terça-feira, 20 de março de 2012

VENCIDOS MAS NÃO CONVENCIDOS

FICHA DO JOGO
(Clicar no quadro para ampliar)


Ainda não foi desta que o FC Porto se qualificou para a final de Taça Lucílio Calabote Baptista! Desta vez, a jogar no salão de festas privilegiado, os Dragões não puderam saborear a vitória. 


Os Dragões entraram praticamente a perder, sofrendo um golo aos 4 minutos, ainda as equipas estavam a medir forças, mas não se deixaram perturbar pelo golo madrugador e aos 17' já tinham dado a reviravolta no marcador, face a uma reacção categórica que podia até ter sido ilustrada com mais golos.


As equipas entraram então numa toada de equilíbrio e nos últimos minutos da segunda parte a equipa do regime igualou o resultado, numa altura em que já o justificava.


Num jogo intenso e geralmente agradável, ambas as equipas saíram para o balneário com a noção de que  tudo haviam feito para chegarem à vantagem no marcador.


A segunda parte foi menos intensa mas manteve a mesma emoção e alternância na condução e domínio do jogo. Foram mais felizes as papoilas porque aproveitaram melhor os erros alheios e por isso o resultado final, num jogo que, como muito bem disse o treinador Vítor Pereira pendeu para um lado mas também poderia ter pendido para o outro.


A derrota portista castiga sobretudo alguns erros defensivos que se revelaram fatais e a habitual falta de discernimento para concluir com êxito lances ofensivos em que apareceram na área contrária em superioridade numérica.


A arbitragem sem ter tido influência não esteve isenta de erros, sendo o que mais terá prejudicado o FC Porto, foi quando aos 85' Hulk foi impedido de caminhar isolado para a baliza, por fora de jogo mal assinalado.


O meu destaque vai para João Moutinho que rubricou uma excelente exibição.

3 comentários:

  1. Hoje evoco outros.
    Rui Anjos – “Vencidos mas não convencidos”; saímos sim senhor, Amigo. A roleta não rolou para o lado certo, mas podia ter rolado. Que se lixe o caneco!...

    João Moutinho – “O FC Porto fez o suficiente para voltar a vencer na Luz. Fizemos um excelente jogo, criámos várias oportunidades para conseguir vencer, mas infelizmente no futebol às vezes não vence a equipa que merece. Não saímos daqui com a vitória que nos levaria para a final que queríamos ganhar, mas também sabemos que esta competição não era prioritária para o FC Porto. Agora vamos pensar exclusivamente no campeonato, que é o nosso grande objectivo”.

    Termino com lugares comuns mas que todos apoiarão: temos que fazer tudo para continuar a ganhar jogos e, no fim, conquistar o Campeonato. Não podemos dar tiros nos pés; podemos e devemos fazer cada jogo como se fosse uma final da vida de cada jogador.

    Abraço. BIbÓ PORTO!

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  2. só para reafirmar que o Mangala tem "apenas" vinte e um anos e com uma enorme margem de progressão. tal como o Kléber - apesar da (aparente) nulidade que evidencia nos últimos jogos em que entrou.

    o que gostava de (pres)sentir era o nosso treinador ser capaz de motivar e de rentabilizar a matéria-prima que tem em mãos. e um jogo como o de ontem tinha todos os condimentos para tal.
    mais um exemplo: que motivação terá o Iturbe para o que resta da presente temporada?

    outra nota:
    esta está a ser a antítese da época transacta.
    preciso de recuar aos tempos do Ivic e do Carlos Alberto Silva para sentir tanta "estranheza" da nossa massa adepta - e minha, também - para com a equipa do nosso coração...
    mesmo assim, ainda «acardito»

    somos Porto!, car@go!
    «este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

    saudações desportivas mas sempre pentacampeãs a todas(os) vós! ;)
    Miguel | Tomo II

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  3. Mesmo assumindo que a grande prioridade é o campeonato, o F.C.Porto fez um jogo sério, competente, jogou para ganhar, não merecia ter perdido - o empate era o resultado mais justo. Perdeu porque os menos utilizados sentiram a falta de jogos destes, cometeram erros e pagamos por isso. Mas como tinha dito anteriormente, não gostamos de perder nem a feijões e então com estes - pelas razões apontadas -, nem se fala!, também tinha dito que era importante sairmos vivos da Luz, isto é, sem lesões e castigos. Há jogos que perdemos ou até empatamos que deixam mossa, por exemplo, o jogo frente à Académica que ainda não digeri completamente.
    Ontem, pelo contrário, a digestão foi fácil, o sentimento é do dever cumprido e ficou um sinal, espero que se confirme no futuro, que se tivermos nos jogos que faltam a mesma atitude, o mesmo carácter e corrigirmos este e aquele pormenor - concentração e coesão defensiva, principalmente - em que erramos, podemos atingir o principal objectivo da época, a revalidação do título.

    Abraço

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