sábado, 18 de maio de 2019

VITÓRIA CONTRA A FANTOCHADA E A INCOMPETÊNCIA
















FICHA DO JOGO



Na derradeira jornada da farsa de um campeonato, ferido de verdade desportiva a favor do clube do regime, o FC Porto ainda foi capaz de cumprir o prometido, que foi não atirar a toalha ao chão e fazer a sua parte, vencendo um clube grande na sua dimensão mas muito pequenino na sua atitude.

Era suposto assistir-se a um bom espectáculo de futebol, mas a equipa da capital do império falido preferiu portar-se como equipa banal e entrar na fantochada que costuma caracterizar equipas de terceiro ou quarto plano, com jogadores a comportarem-se como autênticos dementes.

Foi já sem praticamente hipóteses de chegar ao título que o FC Porto pisou pela última vez esta temporada o relvado do Dragão, com apenas uma alteração no onze titular. Pepe regressou à dupla de centrais, deslocando Éder Militão para a lateral em detrimento de Wilson Manafá, relegado para o banco de suplentes.























A equipa portista, consciente de que apenas lhe restava lutar pela vitória para cumprir a sua obrigação, tomou as rédeas do jogo, contra um adversário visivelmente muito repousado, de bloco baixo, nitidamente à procura de um jogo pouco ou nada intenso, recorrendo desde logo ao anti jogo, fielmente interpretado por um dos principais fantoches, o seu guarda-redes Renan Ribeiro. Do seu vasto reportório sobressaíram as variadas simulações de lesões, e principalmente a de uma agressão aquando da confusão, por volta dos 89 minutos, para além das incontáveis demoras na reposição da bola, tudo isto com a conivência de outra triste figura do encontro, o «vermelhusco»  e incompetente Fábio Veríssimo.

O árbitro de Leiria teve de ser chamado à atenção do VAR para ir visionar uma falta de Borja sobre Jesús Corona, travado quando se preparava para ficar cara a cara com Renan, a merecer outro cartão que não o amarelo que começou por mostrar, emendando posteriormente a sua decisão, expulsando do jogador leonino, aos 19 minutos.

Se até essa altura o Sporting parecia uma equipa em risco de descer de Divisão, a partir de então passou a comportar-se como uma das Distritais.

Os jogadores portistas, apesar do empenho, não conseguiram encontrar forma de ultrapassar o muro lisboeta durante toda a primeira parte, apesar de um livre directo perigoso de Alex Telles e uma boa jogada de Marega mal finalizada.

Sérgio Conceição não estava satisfeito com o desenrolar da partida, deixando nos balneários Pepe e Otávio, entrando para os seus lugares Wilson Manafá e Brahimi.

A toada portista manteve-se ofensiva e dominadora mas quase sempre sem grande objectividade no remate. A equipa foi tentando não se deixar influenciar negativamente pelas várias provocações do seu rival, sempre disposto a criar motivos para quezílias, tentando construir lances para marcar. 

Mas seria a equipa que nada tinha ainda feito para fazer o golo, a primeira a marcar, gelando o Estádio do Dragão. Perdida de bola de Jesús Corona, contra ataque bem aproveitado e golo simples a dar uma expressão injusta ao resultado.

Os azuis e brancos sentiram esse golo e passaram alguns minutos de desorientação. Finalmente viram-se duas ou três jogadas do Sporting, bem delineadas e com classe, mas sem qualquer perigo.

Passado esse pequeno período o FC Porto recompôs-se e por Danilo Pereira esteve por duas vezes perto de concretizar, uma das quais a fazer a bola roçar a barra.

O golo da igualdade, acabaria por chegar, fruto de uma melhor coordenação atacante, por Danilo Pereira, na sequência de um canto cobrado por Corona. Soares saltou mais alto cabeceando para a frente e o médio portista, na emenda fez o golo também de cabeça.

A equipa sentiu que era o momento de virar o resultado e partiu com mais intensidade para o golo da vitória.

Aos 84 minutos, primeiro Aboubakar, que substituíra Alex Telles (75') e na recarga Herrera, viram os seus remates serem repelidos por Renan e André Pinto, respectivamente, adiando o golo da vitória portista.

Golo esse que chegaria três minutos depois, fruto de uma frenética cavalgada portista rumo à vitória. Novo canto de Corona, bola cabeceada por Felipe com emenda em pontapé acrobático de Herrera a fazer a bola beijar as malhas, com o fantoche a seguir com o olhar a sua trajectória. estava consumada a vitória mais que justa da única equipa sobre o relvado. As outras duas não passaram de simples, saloias e foleiras caricaturas.
























Este jogo não poderia acabar sem mais um motivo para discussão, muito mal resolvida pelo incompetente Fábio Veríssimo. Corona primeiro viu o amarelo e, depois do burburinho viu o vermelho directo.

O resultado não sofreu alteração, confirmando-se mais uma vitória que não chegou no entanto para o título de campeão nacional.

Nota final para a curiosa tarja mostrada pelos Super Dragões, no início da segunda parte, como homenagem aos novos campeões nacionais:


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