sábado, 4 de março de 2017

DRAGÃO ARRASADOR DESBARATOU NACIONAL
















FICHA DO JOGO






























Foi com uma goleada das antigas que o FC Porto despachou o Nacional da Madeira, num jogo que só se tornou fácil depois do primeiro golo portista, aos 31 minutos, tempo que os insulares conseguiram suster o maior caudal ofensivo, graças a uma organização defensiva que acabou por se desmoronar.

O técnico portista, sem poder contar com os lesionados Herrera e Corona, mais o castigado Maxi Pereira, teve de fazer três alterações, em relação ao jogo do Bessa. Felipe e André Silva recuperaram as suas posições e Layún ocupou o lugar de defesa lateral direito.























Os Dragões procuraram desde logo ter a supremacia do jogo, ameaçando aos 5 minutos numa jogada concluída com um pontapé de bicicleta de André Silva. A equipa do Nacional trazia a lição bem estudada e foi ocupando com organização o seu último reduto, provocando grandes dificuldades de penetração aos jogadores portistas. Só por volta dos 26 minutos os azuis e brancos voltaram a criar algum perigo, num remate intencional de Brahimi que saiu muito perto do poste.

Era um período complicado, a pedir bastante empenho e paciência aos jogadores da casa, sempre bem apoiados por uma assistência de 39.230 espectadores.

Aos 31 minutos Óliver Torres desatou o nó. Jogada enleante de Brahimi, André André e Alex Telles,  com este a cruzar para a pequena-área onde apareceu com muito oportunismo o médio espanhol a desferir o vitorioso remate de primeira, com o pé esquerdo.





















Derrubado o muro, o FC Porto partiu deliberadamente à procura do segundo, agora com mais confiança e com mais espaço. Aos 37 minutos Soares fez o aviso, com remate que não fez o arco pretendido, mas que assustou. Depois um canto da esquerda com a bola a ser disputada e salva sobre a linha de baliza e já muito próximo do intervalo o golo de Brahimi. Cruzamento da direita de Óliver Torres, Soares saltou mais alto no coração da área fazendo a bola deslocar-se para a esquerda onde surgiu o argelino a imitar o seu colega do primeiro golo, atirando sem preparação e de pé esquerdo para mais um bonito golo.





















No segundo tempo emergiu o futebol de eleição, o tal que todos os portistas aspiram e desejam que se repita em todos os jogos e durante o maior tempo possível. Golos para todos os gostos, tsunami a engolir o adversário que ficou aturdido, desorientado, dominado, arrasado, demolido, atónito, desbaratado...

Foram mais cinco mas até podiam ser mais porque em determinada altura foi tão fácil que todos queriam marcar de qualquer lugar e de qualquer jeito.

Soares e André Silva bisaram e até Layún marcou na cobrança de um livre directo.





















Oitavo triunfo consecutivo no campeonato (melhor série da prova até agora), maior goleada esta temporada no campeonato e 21 jogos sem conhecer o sabor amargo da derrota. A última aconteceu em 28 de Agosto do ano passado, em Alvalade, nas circunstâncias que todos sabemos).

Soares leva 7 golos marcados, em 5 jogos do campeonato e André Silva chegou aos 15, na prova.

Para finalizar dizer que Paixão nem teve hipóteses de inventar. Desta forma não há polvo que resista. É esta a formula que defendo para derreter todos os jogos de bastidores. Pena que nem sempre é possível.

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