sábado, 31 de janeiro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Foi com uma vitória por 3-1 sobre os escoceses do Rangers FC, que o FC Porto garantiu a passagem directa aos oitavos-de-final da Liga Europa.

Rodrigo Mora e Francisco Moura foram os autores dos golos, a que se somou o auto golo de Fernandez.

Aos 27 minutos, o FC Porto estava a perder, mas Rodrigo Mora desenvolveu um contra-ataque com excelente detalhe de recepção e finta. A bola viajou até à direita para William Gomes que trabalhou na área, sem conseguir espaço para o remate. A bola ressaltou para Mora que parou com o peito, rematando de seguida à meia volta.
















Quarto golo na temporada (1 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 2 na Liga Europa) e um acumulado de 15 golos, pela equipa principal do FC Porto, que o faz subir ao 141º lugar, na companhia de Nelo (1950/51 a 1952/53 - 30 jogos), Diamantino (1951/52 d 1952/53 - 32 jogos), Ricardo (1967/68 a 1973/74 - 93 jogos), Marco Aurélio (1973/74 a 1979/80 - 50 jogos), Matheus Uribe (2019/20 a 2022/23 - 176 jogos) e Fábio Vieira (2019/20 a 2021/22 e 2024/25 - 118 jogos).
























Francisco Moura marcou aos 36 minutos, fazendo a reviravolta ao marcador. Passe longo de Bednarek com Francisco Moura a aproveitar um desentendimento de Tabernier e Butland na área e a desviar para a baliza deserta.

















Terceiro golo na temporada (2 na liga portuguesa e 1 na liga Europa), com um acumulado de 7 golos de Dragão ao peito, que o coloca na 213ª posição, na companhia de Carlos Mesquita (1930/31 a 1935/36 - 18 jogos), Vlk (1990/91 a 1992/93 - 42 jogos), Latapy (1994/95 e 1995/96 - 56 jogos), Fernando Mendes (1996/97 a 1998/99 - 91 jogos), Paredes (2000/01 e 2001/02 - 92 jogos), Marco Ferreira (2002/03 e 2003/04 - 35 jogos), Diego (2004/05 e 2005/06 - 63 jogos), Defour (2011/12 e 2013/14 - 113 jogos), Quintero (2013/14 e 2014/15 - 64 jogos), Hernâni (2014/15 a 2018/19 - 32 jogos), Wendell (2021/22 a  Outubro de 2024 - 109 jogos) e Borja Sainz (31 jogos neste temporada).





























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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

LIGA EUROPA - PRIMEIRO OBJECTIVO CUMPRIDO

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto concluiu a fase de grupos da Liga Europa no 5º lugar, qualificando-se directamente para os oitavos-de-final da prova, ao vencer no Dragão os escoceses do Rangers, evitando deste modo o incómodo de ter de disputar dois jogos do play-off.

O técnico portista, Francesco Farioli operou 5 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Gil Vicente. Martim Fernandes, Thiago Silva, Pablo Rosário, Gabri Veiga e Borja Sainz foram rendidos por Alberto Costa, Francisco Moura, Alan Varela, Rodrigo Mora e William Gomes.
























A expectativa da qualificação directa passava pela vitória, conjugada com os resultados de outras equipas, bem como da diferença de golos.

Nesses particulares as coisas correram a contento e os Dragões acabaram confortavelmente no 5º lugar com 17 pontos e 6 golos à maior, à frente de Braga e Freiburg, estes com os mesmos pontos e difª de golos, com vantagem portista nos golos marcados (segundo factor de desempate)  e Roma (16 pontos/7 golos). 

Quanto ao jogo, o FC Porto até começou a perder, a partir dos 6 minutos, numa falha defensiva, mas quanto a mim, num lance irregular, precedido de mão na bola do jogador que centrou para o golo.

Foi uma primeira parte nem sempre bem jogada, com as habituais dificuldades de jogar no último terço, de ligar as jogadas, com perdas sistemáticas da bola dentro ou perto da área contrária, a tornar fácil a tarefa defensiva do adversário.

Mas a par disso a equipa foi capaz, em alguns momentos, de construir jogadas interessantes e criar real perigo na baliza dos escoceses.

O empate surgiria aos 27 minutos, graças à criatividade de Rodrigo Mora que inventou uma jogada vistosa, num contra-ataque, indo mais à frente finalizar com êxito.

Os escoceses trocavam melhor a bola, tinham boas chegadas à área portista, mas fracassavam no capítulo do remate.

Os azuis e brancos de quando em vez lá acertavam na construção ofensiva e aos 28 minutos Pepê galgou pela direita, entrou na área e no momento do remate foi abalroado, em acção que nem árbitro nem VAR foram capazes de sancionar. INCRÍVEL!!!

Porém, aos 36 minutos, Francisco Moura, explorou o desentendimento de dois adversários,  aproveitando para dar a cambalhota no marcador (2-1).

O terceiro acabaria por chegar aos 42 minutos, na sequência de um canto cobrado por William Gomes. O defesa Fernandez saltou com Bednarek na sua frente, tentou atacar a bola mas desviou-a para a própria baliza, alargando a vantagem portista (3-1).

No segundo tempo o jogo tornou-se mais desinteressante já que o FC Porto entrou em modo de gestão, cedendo a bola ao adversário.

A equipa escocesa nunca foi capaz de desmontar a defensiva portista, apesar da qualidade de passe e desenvoltura do seu futebol. Pertenceu mesmo ao FC Porto as melhores oportunidades de golo, desbaratadas pela ineficácia dos remates, mas também pela ingenuidade na definição.

Vitória justa e objectivo conseguido.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















A visita do Gil Vicente ao Dragão proporcionou mais três golos para os atletas portistas. Samu, Martim Fernandes e William Gomes foram os seus autores.

Estavam decorridos 37 minutos de jogo quando Samu, na marca dos onze metros, inaugurou o marcador, ele que assumiu, conforme prometera o técnico Francesco Farioli, depois dos dois falhanços nos jogos anteriores. A falta foi cometida por Murilo que o agarrou, junto ao segundo poste, impedindo-o de disputar o lance.


Samu atingiu o patamar dos 20 golos na temporada (13 na liga portuguesa, 4 na taça de Portugal e 3 na liga Europa).

Isola-se na 52ª posição deste ranking com um acumulado de 47 golos de Dragão ao peito.


















Martim Fernandes, um produto da formação portista, estreou-se a marcar com a camisola da equipa principal, aos 75 minutos.

Após marcação de um canto do lado esquerdo, a bola viajou para trás, passando por Pablo Rosário, Rodrigo Mora e Pepê.  O brasileiro viu Martim solto, em posição frontal à baliza, mas ainda longe, algures entre a linha de meio-campo e a área adversária, endossou-lhe a bola. O jovem portista recebeu com o pé direito, avançou dois passos, rematando de seguida uma bomba, forte e colocada, surpreendendo o guarda-redes contrário. Belo golo.


Inscreve assim o seu nome neste ranking, tomando conta do último lugar que passou a ser o 463º, juntando-se a um extenso pelotão.


















William Gomes fechou a contagem aos 86 minutos. Recuperação de bola a meio campo por Pablo Rosário, lançando de imediato pela direita o ala brasileiro. O nº 7 portista aproveitou a desorganização defensiva do Gil Vicente, avançando decidido pela sua ala. Entrou na área, evitou um adversário e na cara do guarda-redes fez a bola passar-lhe por entre as pernas e ir beijar as malhas.


Oitavo golo na temporada (5 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 2 na liga Europa), tornando-se por agora o segundo melhor marcador portista, atrás de Samu, esta época.

Soma agora 9 golos de acumulado que lhe permite chegar ao 191º lugar, na companhia de Montaño (1959/60 e 1960/61 - 24 jogos), Carlos Baptista (1962/63 a 1966/67 - 37 jogos), Naftal (1963/64 a 1965/66 - 18 jogos), Bandeirinha (1981/82 a 1995/96 - 170 jogos), Esquerdinha (1998/99 a 2000/01 - 87 jogos), Belluschi (2009/10 a 2011/12 - 113 jogos), Diogo Jota (2016/17 - 30 jogos), Mbemba (2018/19 a 2021/22 - 138 jogos) e Nico Gonzalez (2023/24 a 30 de Janeiro 2025 - 68 jogos). 



































(Clicar nos quadros para ampliar)

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

VENCER É O MELHOR BÁLSAMO PARA EXIBIÇÕES SOFRÍVEIS

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto recebeu e bateu o Gil Vicente, com um resultado claro mas, mais uma vez, com exibição pouco esclarecida.

Mantem por isso a vantagem sobre os rivais, liderança fruto de 18 vitórias e 1 empate, registando um novo record portista no campeonato.

Depois do desolador empate em Plzen, Francesco Farioli operou três alterações no onze titular. Thiago Silva, Gabri Veiga e Pepê, renderam Alberto Costa, Rodrigo Mora e William Gomes.

























Numa noite de Inverno rigoroso, muita chuva e sobretudo muito vento, os Dragões entraram relativamente bem na partida, remetendo o seu adversário para tarefas defensivas, mas sem criar muito perigo face à lentidão com que procuravam aproximar-se da área adversária. 

Foram 15 minutos de supremacia quase inócua, com a bola a circular entre os centrais, a passo, à espera da pressão adversária para depois  procederem ao passe longo, quase sempre muito mal dirigidos ou mal recepcionados.

Depois o Gil Vicente dividiu o jogo, mostrando melhor troca de bola, melhor ligação, critério na articulação, mas pouco eficaz no capítulo do remate. Ainda assim pertenceram ao FC Porto as melhores oportunidade de inaugurar o marcador. Borja Sainz, aos 3 minutos e Gabri Veiga, aos 33 minutos, desperdiçaram duas boas jogadas.

Mas foi mesmo o FC Porto a inaugurar o marcador, de penalti, a castigar agarrão de Murilo em Samu, na sequência de um pontapé de canto.

Samu (37') assumiu e marcou, espantando os fantasmas que o haviam tolhido nos dois falhados recentemente.

A vencer, os Dragões continuaram na toada lenta, dormente e sem inspiração, com os avançados a serem muito mal servidos e quando bem a desbaratarem com opções disparatadas, pelo que o intervalo chegou com a sensação que só o resultado era satisfatório.

Os azuis e brancos entraram para o segundo tempo, aparentemente satisfeitos com o resultado, ao contrário do Gil Vicente que apareceu mais ofensivo e perigoso. Mandaram uma bola aos ferros da baliza de Diogo Costa, aos 66 minutos, mas isso parece não ter incomodado os comandados de Farioli.

Para facilitar, Martin Benitez viu o cartão vermelho directo aos  69 minutos e o FC Portro aproveitou para assaltar a baliza contrária já com outro critério.  

Martim Fernandes estreou-se a marcar de Dragão ao peito, aos  75 minutos, uma bomba de fora da área e aos 86 minutos, William Gomes fechou a contagem.

sábado, 24 de janeiro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Deniz Gul regressou aos golos, escolhendo o palco europeu para concretizar o quarto golo da temporada, o primeiro da presente edição da Liga Europa. Conta ainda com 2 golos na liga portuguesa e 1 na Taça de Portugal.

O golo foi obtido ao cair do pano, aos 90 minutos, garantindo um precioso ponto que mantem o FC Porto na expectativa de passar directamente aos oitavos-de-final da prova, uma vez que os play-off ficaram já garantidos.

Cruzamento da esquerda de Kiwior para a área, Deniz Gul rodou bem sobre o adversário rematando forte e colocado para um belo golo.














Deniz Gul acumulou o sexto golo de Dragão ao peito, subindo ao 230º lugar, na companhia de mais 17 atletas com a mesma marca, entre os quais Francisco Moura seu companheiro de plantel.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

PEDRADA NO GELO DE DENIZ GUL EVITOU DERROTA AO CAIR DO PANO

 
















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO























Os Dragões foram à Chéquia arrancar um  difícil empate, frente ao Victoria Plzen, em mais um jogo cinzentão da equipa portista em que o desnorte foi a característica principal. Valeu o momento de inspiração (ou sorte) de Deniz Gul, aos 90 minutos, a evitar uma derrota que a acontecer castigaria a  péssima exibição da equipa portista.

Francesco Farioli operou 4 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao nosso Vitoria, o de Guimarães. Bednarek, Pablo Rosário, Rodrigo Mora e William Gomes, renderam Thiago Silva, Alan Varela, Gabri Veiga e Pepê.























No ambiente gélido de Plzen, na Chéquia, o FC Porto voltou a rubricar uma exibição de muito fraca qualidade, muito aquém do que este plantel já demonstrou ser capaz.

Foi uma performance sem inspiração, desastrada, desconexa, desorganizada, aos repelões, sem ligação, demasiado macia, muito permissiva e permeável, permitindo que o perigo rondasse a sua baliza, principalmente durante a primeira parte.

O golo sofrido aos 6 minutos aconteceu, por isso, de forma natural e terá contribuído para a banalidade futebolística que se seguiu.

Quando se falha clamorosamente o golo, só com o guarda-redes pela frente (Borja Sainz 18') ou um penalti desenquadrado com a baliza  (Samu 45'+5'), que mais se poderá dizer?

Mesmo a jogar contra 10, por expulsão do capitão do adversário, no lance do penalti, o FC Porto nunca foi capaz de ter a lucidez suficiente para reverter o resultado. Teve obviamente mais posse mas faltou-lhe discernimento, inspiração e criatividade, pelo que a derrota chegou a pairar no Doosan Arena.

Mas eis senão quando (90'), a estrelinha que tem acompanhado a equipa, reapareceu instantaneamente nos pés de Deniz Gul, a desferir o remate fatal a evitar a tal derrota.

Com este empate, os Dragões caem para o grupo dos clubes que terão de disputar o play-off, mas ainda com hipóteses de se classificar directamente, dependendo dos resultados que se verificarem na última jornada.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Alan Varela foi o autor do golo da vitória portista em Guimarães, mantendo um percurso invicto, na luta pelo título e o décimo triunfo fora de casa, o pleno nas deslocações até agora efectuadas.

O golo aconteceu aos 85 minutos, de pênalti a castigar falta de Telmo Arcanjo sobre Oskar Pietuszeusky.


Segundo golo do médio argentino, nesta temporada (ambos no campeonato nacional), com um acumulado de 4 golos de Dragão ao peito.

Subiu ao 279º lugar, colando-se a um largo pelotão de atletas com a mesma marca, entre os quais, Gabri Veiga, actual companheiro de plantel.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

RESISTIR, RESISTIR, MARCAR E SEGURAR

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto foi a Guimarães alcançar mais uma vitória, muito difícil, a décima consecutiva fora de portas, mantendo-se sem qualquer derrota neste campeonato, ao cabo das 18 jornadas já disputadas.

Francesco Farioli não pode contar com Pablo Rosário, a cumprir castigo por ter atingido o limite de cartões amarelos, e embora Francisco Moura já tenha recuperado da lesão, não foi opção para figurar entre os titulares. Alberto Costa e Alan Varela foram então os eleitos, em vez de Bednarek e Pablo Rosário, relativamente ao jogo anterior frente ao Benfica.


























A imagem da equipa mostra um novo equipamento alternativo, em tributo à conquista da Liga Europa de 2011.

Jogar em Guimarães nunca foi fácil, mas este jogo constituiu um dos maiores desafios à capacidade real do FC Porto, que teve que resistir a uma autêntica avalanche ofensiva do seu opositor, principalmente  na primeira parte.

A equipa portista teve de se unir de forma solidária para sair ilesa de um futebol arrasador, caracterizado pela boa recuperação, boa condução, ligação criteriosa, facilidade nas desmarcações, bom entendimento, capacidade para ter a bola e de luta, ganhando muitos duelos e segundas bolas, de tal forma que os dragões se sentiram atarantados, incapazes de se soltarem, limitando-se quase só a tentar evitar o golo na sua baliza.

Nesse período valeu a capacidade defensiva que a equipa vem ostentando, mas também alguma ineficácia concretizadora do adversário.

Os primeiros 24 minutos foram um sufoco, superado à custa de muita resiliência.

No momento em que a equipa quis dar um ar da sua graça, no minuto 25, Alberto Costa foi carregado dentro da área dos minhotos, originando penalti que Samu desperdiçou fazendo a bola esbarrar no travessão.  A entrar, teria sido um grande revés para a equipa da casa, que não merecia tal castigo.

Na segunda parte o Vitória voltou a entrar forte, a querer repetir a receita da primeira. A baliza portista voltou a estar na mira, mas a pontaria continuava desafinada,

Só a partir dos 60 minutos, o FC Porto começou a ter bola e a aventurar-se mais no ataque. O jogo ficou mais dividido, mas Diogo Costa teve de corresponder com classe para evitar o golo, aos 67 minutos.

Aos 70 minutos Borja Sainz dispôs de uma oportunidade soberana, quando em frente do guardião desviou para a bola esbarrar mais uma vez no ferro.

O FC Porto cresceu aparecendo com mais frequência na área contrária, criando lances perigosos, até que ao minuto 83, Oskar Pietuszewski, que tinha entrado a render Borja Sainz (73'), sofreu falta para penalti, que só por acção do VAR o árbitro acabou por assinalar. Alan Varela cobrou de forma superior, colocando os Dragões a vencer.

Até final foi segurar o resultado com estoicismo e defesa de betão.

Triunfo muito, muito complicado e suado, mas que acaba por assentar bem, na medida em que pertenceu ao FC Porto o maior número de lances de golo, duas bolas nos ferros para além do golo, contra um remate com selo de golo que Diogo Costa defendeu superiormente.

O Vitória surpreendeu pela qualidade do seu futebol, mas falhou sobretudo na pontaria dos seus remates.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O defesa central polaco Jan Bednarek foi o autor do único golo que ditou a vitória frente ao Benfica e consequente passagem às meias-finais da Taça de Portugal.

Golo esse aos 15 minutos, na sequência de um canto cobrado do lado direito por Gabri Veiga para o coração da área, com Bednarek a ganhar a frente a Leandro Barreiro e a cabecear certeiro, fazendo a bola beijar as malhas, provocando o delírio das bancadas.


Segundo golo na temporada, curiosamente ambos na Taça de Portugal (tinha-se estreado frente ao Celoricense, na 3ª eliminatória). 

Abandonou o lugar de lanterna vermelha (462º) para se alojar na 370ª posição, juntando-se a outro pelotão numeroso, entre os quais o seu companheiro de plantel Nehuén Pérez.



quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

DRAGÃO CALÇOU AS MEIAS

 















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto carimbou a passagem às meias-finais da Taça de Portugal ao vencer o Benfica, por um golo sem resposta.

Com Francisco Moura lesionado e Zaidu a participar na CAN, com a sua selecção, Francesco Farioli optou por lançar o estreante Thiago Silva, um dos reforços da janela de Inverno, ao lado de Bednarek, fazendo deslocar Kiwior para a lateral esquerda. Fez também regressar Borja Sainz, em vez de William Gomes, sendo estas as duas alterações operadas no onze titular, em relação ao jogo anterior frente ao Santa Clara.
























Um clássico a eliminar é sempre um jogo muito diferente dos clássicos a pontuar. Os Dragões entraram por isso cautelosos numa partida cedo marcada por muita luta, disputa desenfreada, alguns empurrões, muito teatro, quezílias e provocações, a porem à prova a capacidade do apitador de serviço, um tal de Veríssimo, o tal que não gostou do programa televisivo que a cabine do Dragão lhe proporcionou gratuitamente frente ao Braga.

Os azuis e brancos lograram abrir o activo aos 15 minutos, por Bednarek, na sequência de um pontapé de canto cobrado por Gabri Veiga.

Diga-se em abono da verdade que o golo apareceu em boa altura já que o FC Porto começara a manifestar nervosismo e a sentir-se pouco confortável com o desenrolar do encontro, por via da tal disputa cerrada. Foi no entanto capaz de equilibrar o jogo até ao intervalo, sem grandes sobressaltos.

No segundo tempo o FC Porto apareceu ainda mais cauteloso, a entregar estrategicamente as rédeas do jogo ao adversário, na tentativa de explorar o contra-ataque que ensaiou várias vezes, em lances venenosos mas muito mal finalizados, como de costume, ou por má opção final, por egoísmo ou precipitação.

Denotou nesse período alguma dificuldade para ligar o jogo, perdendo demasiados passes e duelos, obrigando a um trabalho defensivo aturado mas competente, mantendo a sua baliza inviolável até ao fim.

Vitória que se aceita como justa já que marcou e soube defender a vantagem.