quarta-feira, 13 de maio de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Um dos poucos momentos positivos, na derrota do FC Porto na Vila das Aves, foi o golo obtido por Deniz Gul, aos 53 minutos.

Prpic fez um passe a rasgar para Borja Sainz que foi ao vértice da pequena área cruzar para a entrada decidida de Deniz Gul, que de cabeça repôs na altura o empate (1-1).


Sétimo golo na temporada para o nº 27 portista (5 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugsl e 1 na liga Europa). Sobe ao 192º lugar com um acumulado de 9 golos, colando-se a Montaño (1959/60 e 1960/61 - 24 jogos), Carlos Baptista (1962/63 a 1966/67 - 37 jogos), Naftal (1963/64 a 1965/66 - 18 jogos), Bandeirinha (1981/82 a 1995/96 - 170 jogos), Esquerdinha (1998/99 a 2000/01 - 87 jogos), Belluschi (2009/10 a 2011/12 - 113 jogos), Diogo Jota (2016/17 - 30 jogos), Mbemba (2018/19 a2021/22 - 138 jogos) e Nico González (2023/24 e 2024/25 - 68 jogos).


















segunda-feira, 11 de maio de 2026

DEPOIS DA BONANÇA VEIO A TEMPESTADE

 
















FICHA DO JOGO


SISTEMA TÁCTICO



Depois de festejar o título de campeão nacional, com todo o mérito, a deslocação do FC Porto à Vila das Aves, para defrontar o último da classificação, já com o destino traçado rumo ao escalão inferior, constituía uma operação para cumprir calendário e quiçá para fazer algumas experiências com vista ao futuro.

Mas, ainda assim, este clube não gosta de perder nem a feijões, pelo que toda e qualquer alteração no onze titular, passaria sempre por lutar pela vitória.

Francesco Farioli, voltou ao esquema anterior, do tempo em que o calendário de jogos era apertado, fazendo nada mais, nada menos que oito alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Alverca, a saber: Cláudio Ramos, Thiago Silva,Dominik Prpic, Francisco Moura, Alan Varela, Seko Fofana, Rodrigo Mora e Borja Sainz, surgiram em vez de Diogo Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Zaidu, Pablo Rosário, Victor Froholdt, Gabri Veiga e Oskar Pietuezewski. Só Alberto Costa, Pepê e Deniz Gul resistiram às mudanças.


Não foi pelas alterações que o FC Porto perdeu. A equipa manteve-se competitiva mas bastante perdulária, como aliàs já vem sendo habitual, só que encontrou um adversário que já sem nada mais a perder, procurou com raiva e alguma fortuna, despedir-se do convivío dos grandes, com alguma dignidade. Sim, foram felizes em alguns lances, mas também souberam aproveitar alguns deslizes de jogadores portistas que pareceram menos capazes de fazer esquecer alguns dos habituais titulares.

Agora não adianta chorar a derrota, antes arregassar as mangas e terminar em glória frente ao Santa Clara, para que o banho de multidão dos Aliados, seja o epílogo de uma época para recordar.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O golo solitário de Jan Bednarek garantiu a vitória frente ao Alverca e consequentemente a conquista efectiva do título nacional, a duas jornadas do fim.

Foi aos 40 minutos, na sequência de um canto cobrado por Gabri Veiga, do lado direito. Bednarek saltou mais alto, cabeceando com êxito, deixando o guarda-redes da equipa ribatejana pregado no relvado.


Quarto golo na temporada (2 na liga portuguesa e 2 na Taça de Portugal), tantos quantos de Dragão ao peito. Subiu ao 281º lugar, colando-se a um pelotão de atletas com a mesma marca, entre os quais, o seu companheiro de equipa Alan Varela.



domingo, 3 de maio de 2026

CAMPEÃO A DUAS JORNADAS DO FIM, CONTRA TUDO E CONTRA OS TOLOS

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























Quatro anos depois, o FC Porto reconquistou o campeonato nacional, desta feita com duas jornadas ainda por disputar, ao vencer por 1-0, na recepção ao Alverca.

Agora livre de outras competições, Farioli não viu necessidade de gerir o plantel, procedendo apenas a uma alteração no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Tondela. Zaidu regressou à equipa após lesão e Thiago Silva voltou ao banco de suplentes.
























Foi num ambiente de festa e de grande confiança que o Dragão recebeu a equipa portista para este jogo, que se esperava de consagração, face à distância pontual dos rivais. Bastaria um empate para que o objectivo se concretizasse já que as papoilas saltitantes não foram além de um empate em Famalicão.

Por isso, a expectativa aumentou porque a famigerada pressão baixou naturalmente um pouco. Esperava-se uma exibição tranquila, lúcida, inteligente, com largos períodos de domínio absoluto e quiçá a eficácia suficiente para garantir uma vitória confortável que não desse azo a sobressaltos nem a surpresas indesejáveis.

Sendo certo que o desiderato principal seria a consagração do título, não seria pedir muito que a exibição encarnasse de algum modo o espírito festivo que vinha das bancadas.

Porém, os jogadores portistas, na sua grande maioria, estavam a viver a sensação de serem campeões pela primeira vez, pelo que o nervoso miudinho apoderou-se de tal maneira que o futebol acabou por ser prejudicado. Valeu-nos então a experiência dos mais velhos que se bateram galhardamente para construir a vitória, mas também para a defender com unhas e dentes, com muita raça, muita ambição e muita união.

O Alverca foi um adversário muito competitivo que foi aproveitando este estado de espírito para levar algum pânico à área portista, mas felizmente a falta de eficácia, por um lado e a boa actuação da defensiva portista, por outro, acabaram por anular as tentativas adversárias.

No final a vitória tangencial acaba por beneficiar quem conseguiu acertar nas redes da baliza e esse foi Bednarek na sequência de um canto cobrado por Gabri Veiga, aos 40 minutos. Terá sido um dos poucos lances que correu bem ao conjunto portista.

Vitória, apesar de tudo saborosa porque garantiu o 31º título nacional, de um campeonato que valeu sobretudo por uma primeira volta inédita, com 16 vitórias e 1 empate (frente ao Benfica, da forma que já sabemos), para surpresa dos maluquinhos e alienados que pululam na Comunicação Social, verdadeiros idiotas, trapaceiros e intelectualmente falidos, que vão para as televisões fazer figura de asnos. Que Deus lhes perdoe, porque é deles o reino dos Céus.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Deniz Gul foi o autor do bis que garantiu a vitória do FC Porto, na Amadora, frente ao Estrela (1-2), com golos aos 17 minutos de grande penalidade e aos 37 minutos, de cabeça.

Oskar Pietuszewski foi rasteirado dentro da área e Deniz Gul assumiu a cobrança, quebrando um longo jejum, já que o golo lhe escapava desde 22 de Janeiro, altura em que garantiu o empate (1-1) frente ao Viktoria Plzen.


Aos 37 minutos, jogada começada na esquerda com Pietuszewski a flectir para dentro e a colocar a bola em Alberto Costa. O nº 20 portista recebeu, levantou a cabeça e cruzou com peso, conta e medida para a entrada vitoriosa de Deniz Gul, com a cabeça para o segundo golo.


Seis golos na temporada (4 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 1 na liga Europa), com um acumulado de oito golos de Dragão ao peito. Subiu ao 201º lugar, colando-se a Carlos Pereira (1933/34 a 1940/41 - 154 jogos), Amaury (1965/66 - 30 jogos), Mihtarski (1991/92 e 1992/93 - 16 jogos), Toni (1991/92 a 1993/94 - 34 jogos), Paulinho Santos (1992/93 a 2002/03 - 316 jogos), Quinzinho (1995/96 e 1998/99 - 24 jogos), André André (2015/16 e 2016/17 - 70 jogos), Zaidu (desde 2020/21 - 153 jogos) e Victor Froholdt (desde 2025/26 - 48 jogos).


















domingo, 26 de abril de 2026

TRIUNFO NA AMADORA E OS ALIADOS AQUI TÃO PERTO!

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto continua a dar passos significativos rumo ao título de campeão nacional, agora ao vencer no tradicionalmente difícil estádio José Gomes, num jogo em que os Dragões começaram muito bem mas estremeceram na recta final. Aguentaram estoicamente, mantendo incólume o objectivo principal da temporada.

Ao contrário do que tem sido habitual, Francesco Farioli fez apenas uma alteração no onze titular, em relação ao jogo anterior, frente ao Sporting, para a Taça de Portugal. Pepê surgiu em vez de William Gomes.

























Nós portistas sabemos que para sermos campeões temos que ter forças para lutar contra tudo e contra todos. Apesar dos 7 pontos de vantagem que nos vai garantindo a liderança no campeonato, a equipa tem que encarar os todos os jogos, com muita responsabilidade, profissionalismo, concentração, raça e ambição.

Ora foi o que aconteceu na Amadora, em que a equipa, na maior parte do primeiro tempo mostrou, estas qualidades, concretizando duas oportunidades, das várias que criou. 

Fácil? Nem por isso. Mais uma vez tivemos uma arbitragem com a acostumada dualidade de critérios, permitindo tudo aos adversários e nada ao FC Porto. Não fora isso e o resultado nesse período poderia ser mais confortável. 

Foi um primeiro tempo dominador com dois golos de Deniz Gul, após um longo jejum.

No segundo tempo as coisas foram diferentes e para pior. A equipa da casa subiu de rendimento com as substituíções operadas pelo seu treinador, chegando a lançar o pânico na baliza de Diogo Costa, que viu os ferros da sua baliza abanarem três vezes, felizmente sem consequências, mas não evitou o golo de honra do Estrela. Alguma sorte, muita resiliência e algum desgaste que, desta vez, não pôs em causa a boa primeira parte portista.