quarta-feira, 14 de junho de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 196













DORIVA - Goleador Nº 196

Concretizou 6 golos em 40 participações, com a camisola do FC Porto, ao longo de duas temporadas ao seu serviço (1997/98 e 1998/99).

Dorival Guidoni Júnior (Doriva), nasceu no dia 28 de Maio de 1972, no Brasil.

Tendo em conta que já foi objecto de apreciação individual, neste blogue, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 18 de Junho de 2012, convido os interessados a recordar aqui as principais incidências da sua carreira.

























Reforço na janela de transferência de Inverno, da temporada 1997/98, Doriva fez a sua estreia oficial com a camisola do FC Porto, no dia 14 de Janeiro de 1998, no Estádio Vieira de Carvalho, na Maia, frente à equipa local, em jogo dos oitavos-de-final da Taça de Portugal, que terminou com a vitória portista, por 5-4, após prolongamento.

Os Dragões viriam a ser os vencedores do troféu, numa final frente ao Braga, realizada em 24 de Maio de 1998, no estádio Nacional do Jamor, cujo resultado se cifrou em 3-1. É desse jogo a imagem que se segue, onde Doriva foi titular:

























Estreou-se a marcar, de Dragão ao peito, no dia 14 de Março de 1998, no Estádio das Antas, frente ao Rio Ave, apontado o 1º golo da vitória portista, por 2-0.

Os seus últimos golos aconteceram no seu penúltimo jogo, de azul e branco vestido. Foi no dia 19 de Dezembro de 1998, também nas Antas, frente ao Sporting. Exibição memorável, coroada com dois magníficos golos e a cobiça de emblemas europeus a que o FC Porto não pode resistir.










Entrou no mercado de Inverno e acabaria por sair um ano mais tarde, nessa mesma janela de transferências, mas da época seguinte. A verdade é que a troco de cerca de 8 milhões de euros, Doriva foi para a Itália, defender o emblema da Sampdória. 

Apesar de uma passagem efémera pelo FC Porto, o categorizado médio brasileiro, espalhou o perfume do seu futebol e deixou saudades.

Palmarés ao serviço do FC Porto (4 títulos):

2 Campeonatos Nacionais (1997/98 e 1998/99)
1 Taça de Portugal (1997/98)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (1997/98)

sábado, 10 de junho de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - nº 195













PETER LIPCSEI - Goleador Nº 195

Apontou 6 golos em 28 participações com a camisola do FC Porto, durante a única época ao seu serviço (1995/96).

Péter Lipcsei nasceu no dia 28 de Março de 1972, em Kazincbarcika, na Hungria.

Tendo em conta que foi já objecto de apreciação individual, neste blogue, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 16 de Abril de 2012, onde constam as principais incidências da sua carreira, convido os interessados a clicar aqui, para as recordar.


























A imagem que se segue é uma das possíveis em que Lipcsei foi titular. Esta refere-se ao jogo realizado em Alvalade, no dia 13 de Janeiro de 1996, a contar para a 18ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista por 2-0, golos marcados por Domingos Paciência:






















sexta-feira, 9 de junho de 2017

PORTUGAL CUMPRIU E CONTINUA A PERSEGUIÇÃO AO LÍDER DO GRUPO


















FICHA DO JOGO



























A selecção nacional portuguesa venceu hoje em Riga a Letónia e mantém a perseguição à Suíça, líder do Grupo B, da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo/2018.

Entrada tímida no jogo que durou quase toda a primeira parte, apenas com dois ameaços de Cristiano Ronaldo, antes de abrir o marcador aos 41 minutos. 

O capitão da equipa e melhor jogador do Mundo, voltaria a marcar,  aos 63 minutos e a assistir o portista André Silva, aos 67 minutos para fechar o resultado final.

Com este resultado Portugal continua na luta pelo primeiro lugar, a três pontos da Suíça.

Os outros dois jogadores do FC Porto, José Sá e Danilo Pereira não foram utilizados.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

BALANÇO DA TEMPORADA 2016/17

PARTE IV

Relativamente aos golos marcados, os Dragões, apesar de terem disputados menos jogos, estiveram muito próximos da performance da temporada anterior, concretizando apenas menos dois golos:




















O jovem e promissor André Silva cotou-se como o concretizador máximo da equipa com os seus 21 golos, cinco dos quais na Champions League. Soares que só chegou em Janeiro foi o segundo melhor artilheiro da equipa:






































No ranking de goleadores portistas houve naturalmente bastantes mexidas:


























Yacine Brahimi é agora o atleta do actual plantel melhor classificado (75º com 29 golos) e Soares o que apresenta melhor média (0,7 golos/jogo).

terça-feira, 6 de junho de 2017

BALANÇO DA TEMPORADA 2016/17

PARTE III

O FC Porto esteve esta temporada envolvido em 4 competições tendo disputado 49 jogos, como ilustra o quadro que se segue:













Menos 3 encontros que na época anterior, menos 5 vitórias, mais 11 empates (!) e menos 9 derrotas. Relativamente aos golos marcados e sofridos a diferença foi bem mais positiva (90/49 em 2015/16 contra os actuais 88/28) - menos 2 golos marcados, mas também menos 21 golos sofridos.

Seguem-se os mapas de todos os jogos realizados em todas as competições (para ampliar estes quadros clicar em cima de cada um):










































A equipa técnica comandada por Nuno Espírito Santo, utilizou 29 atletas neste conjunto de provas e jogos:
























































Destaque para o defesa central Ivan Marcano, atleta com mais jogos realizados (46) e também o maior tempo de utilização (4.170 minutos).

domingo, 4 de junho de 2017

BALANÇO DA TEMPORADA 2016/17

PARTE II

Na Taça de Portugal, a equipa do FC Porto também não foi capaz de contrariar a arbitragem tendenciosa do famigerado João Capela, um dos ponta-de-lança da equipa do regime.

Depois de uma estreia normal frente ao humilde Gafanha, o jogo da eliminatória seguinte acabou por ser mais do mesmo, ou seja, o FC Porto a não ser suficientemente competente para jogar contra duas equipas.  Os Dragões foram lentos, não tiveram lucidez, criatividade nem intensidade, perturbaram-se e atordoaram-se com os números circenses do adversário e do árbitro. Mais um espectáculo degradante quer para o futebol como para a arbitragem. 











Na Taça da Liga as coisas não foram muito diferentes. O Sorteio colocou o FC Porto, num grupo bastante acessível, com Moreirense, Belenenses e Feirense. 

Mais uma vez a equipa esteve confrangedora e muito longe do que era exigível. A par disso contou com mais duas actuações desastrosas dos árbitros João Pinheiro e Luís Godinho, com duas arbitragens de bradar aos Céus!

























































Em termos internacionais o panorama foi completamente diferente, desde logo porque não tivemos que levar com árbitros portugueses.

O FC Porto teve de disputar o play-off com a equipa italiana da Roma, saindo-se bem especialmente em Itália onde produziu uma exibição de grande personalidade, alcançando um resultado confortável.

Depois foi inserido no grupo G, com Leicester City, FC Kobenhavn e Club Brugge.

Início titubeante pareceu indicar alguma incapacidade, mas depois a equipa acertou o passo e qualificou-se com tranquilidade, na segunda posição do grupo.

O sorteio ditou a formação da  forte Juventus e o resultado foi o que se esperava, a eliminação do FC Porto, ainda assim em dois jogos bem disputados.









sexta-feira, 2 de junho de 2017

BALANÇO DA TEMPORADA 2016/17


PARTE I

Concluídas todas as competições nacionais e internacionais, no que ao FC Porto diz respeito, é tempo para nos debruçarmos na análise detalhada da performance do plantel principal da equipa de futebol.

A temporada começou logicamente a partir do momento em que a SAD liderada por Pinto da Costa resolveu tentar dar um novo alento, no sentido de ultrapassar o fracasso que foram as três temporadas anteriores.

Uma nova equipa técnica, liderada pelo antigo guarda-redes Nuno Espírito Santo, conhecedor da mentalidade ganhadora do Clube,  foi criteriosamente escolhida para colocar a equipa no rumo certo.

Algumas surpresas na escolha do plantel, especialmente no que diz respeito a jogadores emprestados, com destaque para o avançado Aboubakar, em detrimento do regressado Adrian Lopez, bem como a dúvida de manter  ou não Brahimi, foram as notas dominantes da pré-temporada.

Oito dispensas, das quais uma por fim de carreira (Helton) e outra a título definitivo (Maicon) contra dez aquisições e regressos (ver aqui), foram as contas das movimentações do plantel na primeira janela de transferências da temporada.

Casa arrumada, tanques de ambição e confiança de novo atestados e nação azul unida, era tempo de zarpar em busca da felicidade há demasiado tempo perdida.

Primeiras duas jornadas vencidas com naturalidade, seguida da primeira rasteira da APAF em Alvalade. Derrota (2-1) com dois golos feridos de ilegalidade, seriam o pronúncio da forma mafiosa com que os homens do apito haveriam de conduzir a prova, ao ponto de se poder designar como «LIGA SALAZAR».

A verdade é que a par de alguns erros próprios, especialmente de eficácia, da tal indecisão sobre Brahimi e das constantes mexidas na equipa titular, as perdas de pontos estiveram maioritariamente ligados aos péssimos desempenhos dos árbitros, ficando evidente que o FC Porto defrontava em cada jogo duas equipas e não apenas uma como deveria ser.

O jogo em Setúbal, na 9ª jornada, foi apenas mais um exemplo disso mesmo. Neste jogo foi evidente a forma como o árbitro manipulou o resultado, mas também a incapacidade da equipa para ultrapassar essa contrariedade.

Na jornada seguinte a recepção ao clube do regime com a possibilidade de diminuir distâncias. Belo jogo do FC Porto a banalizar de forma categórica o seu adversário, mas a falhar na concretização de forma inconcebível. Mais um empate, este também com o dedo da arbitragem mas igualmente com culpas próprias. Muita ingenuidade, juventude e falta de estofo para ultrapassar as vicissitudes das provas disputadas em Portugal, onde grassa o nacional-benfiquismo, que mais uma vez beneficiou de um regulamento de excepção.

Foi com um golo alcançado aos 95 minutos, da autoria do «bebé» Rui Pedro, que  os azuis e brancos venceram o Braga, relançando a esperança nas hostes portistas. Esta vitória teve o condão de abanar a equipa e dar-lhe alguma da confiança que se perdera. A verdade é que nos 13 jogos que se seguiram só consentiu um empate (0-0 em Paços de Ferreira), atingindo um score de golos bastante interessante, mesmo que continuasse a defrontar duas equipas em cada jogo (o adversário e a arbitragem).

Para tal, muito contribuiu a aquisição de mais um avançado (Soares, ex-Vitória de Guimarães), no mercado de Inverno (ver aqui), que chegou de pé quente, para relançar a equipa para o seu objectivo principal.

Mas a Liga Salazar estava traçada e nada se lhe podia opor. Na 26ª jornada a equipa do regime tinha empatado em Paços de Ferreira e o FC Porto recebia o V. Setúbal. A vitória portista valeria a liderança da prova, em vésperas de ir à Luz. 

Jogo (!?) surreal! A postura dos sadinos, a usar e abusar do anti-jogo de forma primária e descarada (pareciam putos a atirarem-se para o chão, a gemer, a simular lesões, usando de estratagemas ridículos para fazer passar o tempo, com a complacência do árbitro). Os Dragões conseguiram chegar ao golo ainda na primeira parte, mas no reatamento, numa distracção defensiva, permitiram o empate. O clima adensou-se, os jogadores adversários refinaram a estratégia anti-jogo, o árbitro permitiu e ainda fez vista grossa a uma grande penalidade, acabando o jogo com um empate desolador. 

A partir de então passaram a ser cada vez mais despudoradas as ajudas ao clube do regime e os prejuízos ao FC Porto. Nos oito jogos finais os azuis e brancos só conseguiram 3 vitórias e em quase todos os jogos teve motivos para se queixar da arbitragem.

No final, um campeão fabricado, num campeonato mais falso que Judas, como nunca se tinha visto em Portugal.

Sem ter sido brilhante, acumulando algumas deficiências, acusando alguma falta de experiência quer de alguns dos seus jogadores como do próprio treinador, a equipa do FC Porto teria chegado ao título se os regulamentos tivessem sido aplicados uniformemente a todas as equipas, esta é a grande verdade.

Mais uma vez ficou provado que o FC Porto só vence provas em Portugal quando consegue ter uma Super equipa.