quarta-feira, 12 de outubro de 2016

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 162 (ACTUALIZAÇÃO)













Hoje regressa esta rubrica com uma actualização nesta tabela dinâmica, que se encontra num patamar perfeitamente ao alcance dos atletas portistas em actividade (8/9 golos). Aliás, alguns dos actuais jogadores do plantel estão mesmo muito perto de lá chegar e quiçá de ultrapassar, provocando alguma instabilidade a este ranking, tornando-o cada vez mais sujeito a diversas actualizações e rectificações de posições.

É exactamente o caso de hoje, que fez com que Carlos Pereira, o último atleta portista apresentado nesta rubrica, perdesse o seu 162º lugar, com oito golos marcados para André Silva que já soma 9, depois do golo apontado no último encontro, frente ao Nacional da Madeira.

ANDRÉ SILVA - Goleador Nº 162

Apontou 9 golos em 25 participações com a camisola da equipa principal do FC Porto, durante a temporada passada e o que ocorreu da actual.

André Miguel Valente da Silva, nasceu no dia 6 de Novembro de 1995, em Baguim do Monte, Gondomar.

Começou a dar os seus primeiros pontapés na bola nas escolas de formação do Salgueiros, tendo passado pelo Boavista e Padroense, antes de chegar ao FC Porto na temporada de 2011/12, para concluir a sua formação.

Com credenciais de goleador bem definidas, nas camadas jovens dos Dragões, André Silva saltou para as capas dos jornais ao fazer um «poker» frente à Hungria, quando Portugal goleou a selecção magiar por 6-1, no Europeu Sub-19 de 2014. Fez a sua estreia na Segunda Liga pelo FC Porto B em 2013/14, participando em 21 jogos e marcando 3 golos, enquanto ainda jogava pelos Sub-19 portistas. No seu primeiro ano de sénior, na época de 2014/15, marcou 9 golos em 41 jogos, ao serviço dos «bês», na exigente Segunda Liga e na Premier League International Cup. A boa campanha valeu-lhe a presença no plantel principal para a época 2015/16.

Ainda muito jovem e com elevada margem de progressão, o avançado portista foi treinando com o plantel e enquanto não foi opção, aproveitado para jogar na equipa B onde as suas performances e os seus golos, continuaram a prometer uma carreira com futuro. Após um contributo notável e determinante para o inédito título da Segunda Liga, do FC Porto B, conseguiu também a promoção à equipa principal.

























A sua estreia oficial com a camisola da equipa principal do FC Porto, aconteceu no dia 29 de Dezembro de 2015, no Estádio do Dragão, frente ao Marítimo, em jogo da 1ª jornada do Grupo A, da Taça da Liga, com derrota por 1-3, sob a orientação técnica de Julen Lopetegui, que a foto abaixo documenta.
























Desde então e até final da temporada passou a ter mais oportunidades aparecendo como titular em mais sete partidas. O seu primeiro golo foi alcançado na última jornada do Campeonato nacional, no dia 14 de Maio de 2016, no Estádio do Dragão, frente ao Boavista, na goleada de 4-0. André foi o autor do último golo.

Na retina ficaram porém os dois golos da malograda final da Taça de Portugal, frente ao Braga, que deixaram água na boca.

Agora com o nº 10 nas costas, tem sido uma aposta regular do técnico Nuno Espírito Santo e não tem desiludido, bem pelo contrário. É um dos preferidos dos adeptos, que vêm nele mais um jogador «à Porto» e de grande futuro, como ficou bem patenteado nos últimos dois encontros pela selecção nacional A, em que apontou 4 golos, com um «hat-trick» frente às Ilhas Faroé.

De remate fácil, de cabeça bem levantada, de grande entrega ao jogo e de elevado espírito de sacrifício, André Silva é uma das grandes esperanças da sua geração numa posição em que, historicamente, Portugal não tem conseguido demonstrar grandes resultados.










Fontes: Arquivo do Blogue e site oficial do FC Porto.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

GOLEADA NAS ILHAS FAROÉ COM UM VULCÃO CHAMADO ANDRÉ SILVA


















FICHA DO JOGO




























A selecção nacional portuguesa voltou hoje a cumprir a sua obrigação ao golear mais uma modesta equipa,  as Ilhas Faroé, agora fora de casa, pelos mesmos números, desta vez com a chama do Dragão, André Silva, que fez um Hat-trick, justificando a confiança do treinador que o colocou a titular. Saiu do jogo para dar minutos a Éder, impossibilitando de poder chegar ao «poker», que até esteve perto de acontecer.






















Fernando Santos operou três alterações na equipa titular, deixando de fora Raphael Guerreiro, por lesão, bem como João Moutinho e Bernardo Silva, estes por opção, em relação ao jogo anterior. Os eleitos foram Antunes, que já tinha entrado contra Andorra, William Carvalho e João Mário. O portista Danilo Pereira voltou a não ser utilizado.

Foi um jogo sem grande história em que a equipa favorita dominou a seu belo prazer, umas vezes com determinação e empenho e outras sem grande fulgor e pouca concentração, que o adversário dava para tudo.

Os três golos do jovem André Silva nos primeiros 37 minutos da primeira parte, resolveram rapidamente a questão, numa demonstração de grande oportunismo e faro de golo, que o avançado portista vem denunciando de forma evidente.

Com um resultado confortável e um adversário sem argumentos, a segunda parte não foi muito diferente da primeira, permitindo o dilatar do resultado. Cristiano Ronaldo, João Moutinho e João Cancelo também tiveram ocasião para introduzir a bola na baliza adversária, selando mais uma goleada.

Portugal segue agora na segunda posição do grupo, com 6 pontos, atrás da Suíça, com 9.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

GOLEADA EM EXIBIÇÃO MODESTA


















FICHA DO JOGO




























A Selecção nacional portuguesa goleou hoje, em Aveiro, a sua congénere de Andorra, formada por jogadores amadores e sem argumentos para fazer melhor. Portugal cumpriu a sua obrigação, ainda que em algumas fases do jogo sem grande brilho, face às facilidades consentidas pelo adversário.

Cristiano Ronaldo apontou 4 golos, igualando o feito outrora alcançado, apenas por Eusébio, Nuno Gomes e Pauleta, na longa história da selecção principal de Portugal, enquanto o «nosso» André Silva se estreou a titular com um golo da sua autoria, apesar da performance pouco feliz. Dispôs de quatro boas ocasiões para marcar mas faltou-lhe o toque de classe que só a experiência lhe dará, demonstrando no entanto ser um atleta de futuro em quem se deve apostar.























A equipa das quinas ocupa a terceira posição (3 pontos), atrás das Ilhas Faroé (4 pontos), próximo adversário na próxima Segunda-feira e da Suíça (6 pontos).

sábado, 1 de outubro de 2016

TRIUNFO NA MADEIRA ESCREVEU-SE COM JOTA

















FICHA DO JOGO






























O FC Porto regressou aos triunfos, na ressaca da derrota uefeira da última Terça-feira, em jogo em que o destaque principal vai inteirinho para o «hat-trick» do estreante a titular, Diogo Jota.

Nuno Espírito Santo decidiu finalmente jogar com uma equipa constituída por onze jogadores com capacidade para «estarem» realmente em campo e não fazerem figuras de corpo presente.

Relativamente aos dois anteriores encontros o técnico portista deixou Adrián López na cidade invicta e André André no banco de suplentes. Nos seus lugares surgiram Herrera na linha média e o avançado Diogo Jota, que juntamente com André Silva formaram a linha mais adiantada dos Dragões que se apresentaram num 4x4x2.























Foi um jogo bem conseguido em que a capacidade de concretização fez a grande diferença. Frente a um adversário complicado os Dragões aproveitaram a veia goleadora de Diogo Jota para arquitectar uma vitória justa e bem alicerçada.

A equipa portista entrou personalizada, bastante concentrada defensivamente, controladora a meio campo e agressiva lá na frente. Começou por dar um aviso antes de chegar ao golo, por Layún, que na marcação de um livre directo, descaído sobre a esquerda, obrigou Rui Silva a uma grande defesa junto ao poste.

Ao minuto 11, o FC Porto chegou finalmente ao golo. Excelente passe de Herrera a assistir Diogo Jota na área, que perante a saída dos postes do guardião contrário ao seu encontro para lhe reduzir o ângulo de remate, colocou a bola na canto esquerdo, num gesto técnico rápido, lúcido e perfeito.





















Reagiu a equipa do Nacional, conquistando alguns pontapés de canto a que a defensiva azul e branca, hoje outra vez de amarelo, foi resolvendo com autoridade e competência. Salvador Agra fez perigar por uma vez a baliza de Casillas, mas a direcção do remate perigoso não acertou com a baliza.

Seguiram-se depois três boas ocasiões para os portistas dilatarem o marcador. A primeira por André Silva que isolado por um passe a rasgar de Layún e apenas com o guarda-redes pela frente, falhou o remate atirando fraco e ao lado. As duas seguintes pelo endiabrado Diogo Jota, que primeiro em zona frontal, fugiu a vários adversários, rematando já perto da pequena área, proporcionando uma boa defesa a Rui Silva e mais tarde o jovem avançado a surgir com muito perigo no lado esquerdo da área para mais uma boa defesa do guardião contrário ao seu remate cruzado.

Estava na forja o segundo golo dos Dragões que foi concretizado ao minuto 38. André Silva conduziu a bola em zona frontal assistindo Diogo Jota na esquerda da área, que perante a saída dos postes de Rui Silva, lhe aplicou um remate cruzado e colocado, não lhe dando quaisquer hipóteses de defesa.





















Mas a veia goleadora do Jota não terminaria por aqui e aos 44 minutos de jogo, Otávio serviu Layún na direita, o mexicano foi à linha cruzar, surgindo Diogo Jota, livre de marcação a cabecear para o hat-trick. Golpe de inspiração do avançado emprestado pelo Atlético de Madrid que aproveitou da melhor maneira a oportunidade dada pelo seu treinador para ser titular.

No segundo tempo os comandados de Nuno E. Santo, foram gerindo o resultado, sem nunca perder o controlo do jogo nem o sentido de baliza. Casillas raras vezes correu perigo ao contrário do guarda-redes do Nacional, que foi evitando males maiores mas seria impotente para evitar o quarto golo portista.

Óliver Torres serviu Otávio na esquerda, o médio brasileiro levantou a cabeça, dirigiu mais um daqueles passes teleguiados a solicitar a entrada de André Silva, que mais rápido que os antagonistas tocou para as redes, à ponta-de-lança. Estava fechada a contagem, numa vitória inequívoca, demolidora e bem conseguida.





















A exibição desta noite na Madeira volta a colar os Dragões na rota certa, mas falta saber se a equipa encontrou a fórmula correcta para aplicar nos jogos que se seguem ou se apenas se trata de uma reacção esporádica. A ver vamos.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 162













CARLOS PEREIRA - Goleador Nº 162

Apontou 8 golos em 154 jogos realizados com a camisola do FC Porto, no que diz respeito a encontros oficiais e de carácter nacional (os regionais não contam para esta estatística), ao longo das oito temporadas ao seu serviço (1933/34 a 1940/41).

Nesse período de Dragão ao peito, foi por 7 vezes campeão Regional, tendo disputado 66 jogos e apontado 6 golos.

Carlos de Jesus Pereira, nasceu no dia 3 de Setembro de 1910, no Funchal. Terá iniciado a sua carreira no Marítimo, tendo chegado ao FC Porto em 1933, depois de ter sido observado num jogo contra o Sporting, em que o médio se exibiu a grande nível.

Antes porém, passou pelo Boavista numa altura em que o seu conterrâneo e amigo Artur de Sousa (Pinga) era jogador do FC Porto.


Futebolista de óptimas qualidades técnicas e pulmão inesgotável, encheu os campos nacionais quer como defesa quer como médio, lugar em que acabaria por assentar definitivamente, de forma competente e autoritária. Houve quem lhe chamasse, primeiro o «patrão» da defesa e mais tarde o «chefe de orquestra», pela qualidade que emprestava ao seu futebol.

Enérgico mas de invulgar sangue frio, foi um capitão de eleição e um distribuidor de jogo de excelência, reconhecido pelos seleccionadores nacionais que o elegeram por 13 vezes (ver aqui).

A sua estreia oficial de Dragão ao peito, aconteceu no dia 19 de Novembro de 1933, no Campo da Constituição, frente ao Leixões, em jogo da 2ª jornada do Campeonato Regional do Porto, com empate a dois golos. Em provas de âmbito nacional, a sua estreia aconteceu no dia 20 de Janeiro de 1935, no Campo das Salésias, Lisboa, frente ao Belenenses, em jogo da 1ª jornada do Campeonato nacional (I Liga), com mais um empate, desta vez a 1 golo.

A foto que se segue é a da equipa vencedora do Campeonato de Portugal de 1936/37, onde Carlos Pereira era figura de destaque.








































Palmarés ao serviço do FC Porto (4 títulos):

3 Campeonatos Nacionais (1934/35, 1938/39 e 1939/40)
1 Campeonato de Portugal (1936/37)

Fonte: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar

terça-feira, 27 de setembro de 2016

DRAGÕES SEM "PEDALADA" PARA A EUROPA

















FICHA DO JOGO































O FC Porto provou hoje em Leicester que não tem argumentos para disputar provas internacionais da UEFA. O seu futebol continua, à imagem do passado recente, demasiadamente insípido, desorganizado, ingénuo, inconsistente e sem raça, para poder encarar com optimismo e ambição quaisquer das duas competições organizadas pela entidade máxima do futebol Europeu. Esta é a triste realidade.

Esta pobreza franciscana tem vindo a ser escamoteada pelos responsáveis portistas que ainda não perceberam para onde estão a empurrar o Clube.

A exibição de hoje em Inglaterra foi disso a prova mais evidente, frente a uma equipa campeã do seu país, é verdade, mas muito mais acessível do que outras bem mais poderosas da Terra de Sua Magestade, onde aliás os Dragões não só não conseguiram uma única vitória, e já lá jogou 18 vezes, como também de lá saiu vergado a humilhantes goleadas.

A equipa portista perdeu uma bela oportunidade de fazer história, face ao real valor do seu adversário de hoje, mas tal como desconfiava, os azuis e brancos, hoje de amarelo, estão a anos luz de rivalizar com adversários mais confiantes, agressivos, ambiciosos, que suam as camisolas e disputam cada bola como se fosse a última.

Falta tudo a este FC Porto. Raça, nervo, determinação, espírito de sacrifício e muito mais empenhamento, ingredientes que adicionados à técnica inegável de alguns dos seus jogadores e a uma organização constante e coerente que não existe,  lançariam a equipa, de forma radical para outros voos.

Assim, vamos somando desilusões e dissabores, umas atrás das outras, num rosário que começa a ficar insustentável.

Disse Pinto da Costa que este é o ano de transição (ano zero?) Engano. Anos de transição ou anos zero já contei 3 e a continuar assim caminhamos a passos largos para o 4º!

Num Clube de campeões não há tempo para ter tempo. Ou encaramos os problemas de frente, com olhos de ver e encontramos as soluções ou então dediquemos-nos à pesca.

Voltando ao jogo de hoje (jogo?). Nuno E. Santo apostou no onze titular que defrontou o Boavista, algo inédito esta temporada.























A equipa entrou confiante e parecia ter a lição bem estudada, mas foi Sol de pouca dura. Bastou que os ingleses sacudissem a pressão inicial e tudo se transformou, numa completa desorganização, com muita precipitação à mistura e sobretudo muita indecisão, incapacidade de colocar bem a bola, reacção tardia à sua perda e dificuldades na marcação. 

Perante este cenário, o golo na sua baliza era quase inevitável, seria uma questão de tempo. Slimani, conhecendo bem as fragilidades dos defensores portistas foi explorando-as e ao minuto 25 teve o prémio procurado. Cruzamento para a área, o argelino iludiu Felipe que ficou indevidamente de costas para o lance, permitido que o avançado aparecesse decidido a cabecear para o golo. Falha grosseira da defensiva portista castigada sem apelo nem agravo.


















Durante o resto do tempo até ao intervalo, a reacção dos Dragões foi confrangedora e se o resultado não se dilatou foi porque o Leicester não forçou e se sentiu confortável com a incapacidade portista.

No segundo tempo, a turma portista voltou a evidenciar as mesmas fragilidades e só nos últimos 15 minutos conseguiu encostar o campeão inglês à sua área, procurando o golo da igualdade, que podia ter aparecido pelos pés de Jesús Corona, lançado ao minuto 77 a substituir Óliver Torres, mas o ferro negou as suas intenções. 

Nesse período, o FC Porto foi mais ambicioso mas procurou o golo de forma precipitada, sem arte nem engenho.

Para a história fica a 16ª derrota e cinco jogos consecutivos sem marcar um único golo em Inglaterra. É obra!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

GANHAR FORA PARA RECUPERAR A CHAMA DO DRAGÃO











O FC Porto vai defrontar amanhã a equipa campeã de Inglaterra, o Leicester City FC, em jogo a contar para a 2ª Jornada da Fase de Grupos da Champions League.

Depois da entrada em falso, em pleno Dragão, na 1ª jornada, onde os Dragões não foram além do empate por 1-1, frente à turma dinamarquesa do Copenhaga, é de todo imperioso recuperar fora os pontos surpreendentemente perdidos em casa, isto claro está, se a equipa portuguesa quiser chamar para si o favoritismo que o "ranking" dos clubes lhe confere.

Tarefa muito complicada se pensarmos que nunca o FC Porto logrou vencer em Terras de Sua Magestade, adicionando o facto de que os azuis e brancos ainda não conseguem apresentar futebol consistente e  convincente, capaz de impor supremacia em qualquer campo ou contra qualquer adversário. Ao contrário, o futebol exibido tem sido bastante intermitente, alternando alguns momentos agradáveis com outros bem mais preocupantes, onde saltam à vista um conjunto de defeitos, carências e equívocos, que se não forem urgentemente dissipados, colocarão este grupo de trabalho no caminho mais curto para mais uma época de dissabores e decepções.

A equipa técnica chefiada por Nuno Espírito Santo, levou para Inglaterra um conjunto de 20 atletas, onde o destaque principal recai no regresso de Maxi Pereira, que esteve afastado por lesão, desde o jogo da segunda mão do play-off de acesso à fase de grupos da CL, em Roma. O uruguaio já fez treino sem limitações e é muito provável que recupere o seu lugar de titular.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS

















EQUIPA PROVÁVEL

O treinador portista já mostrou que tem confiança em todos os jogadores do plantel e por isso tem mexido de forma recorrente no onze titular. Tudo leva a crer que para o jogo de amanhã, a gestão do plantel continue a verificar-se. Várias são as hipótese possíveis. Eu arrisco nesta (é a que eu julgo estar na mente do treinador e que pode coincidir ou não com a que eu escolheria).


























COMPETIÇÃO: Champions League -  Grupo G - 2ª Jornada
PALCO DO JOGO: King Power Stadium - Leicester - Inglaterra
DATA E HORA DO JOGO: Terça-feira, 27 de Setembro de 2016, às 19:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Cuneyt Çakir - Turquia
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: RTP 1