segunda-feira, 9 de setembro de 2013

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 21












TEÓFILO CUBILLAS - Goleador Nº 21

Apontou 65 golos nos 108 jogos oficiais disputados, durante as 4 temporadas, ao serviço do FC Porto (1973/74 a 1976/77).

Teófilo Juan Cubillas Arizaga, nasceu no dia 8 de Março de 1949, em Puente Piedra, Lima, Perú.

Estreou-se oficialmente com a camisola do FC Porto em 10 de Fevereiro de 1974, no Barreiro, contra a Cuf, em jogo da 19ª jornada do campeonato nacional de 1973/74, com um empate sem golos. Era então treinado pelo húngaro Bela Guttmann.

Foi um dos mais importantes internacionais do seu país e do FC Porto, pelo que foi já objecto de análise, neste blogue,  na rubrica INTERNACIONAIS PORTISTAS (ESTRANGEIROS), editada em 6 de Fevereiro de 2012, cuja biografia poderá recordar aqui.


































Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar; Fragmentos da História de Um Clube Secular, de Rui Anjos e ZeroZero.com

sábado, 7 de setembro de 2013

C. RONALDO, FINALMENTE O SALVADOR DA PÁTRIA!















FICHA DO JOGO
























A Selecção nacional portuguesa deu hoje, em Belfast, um passo importante para a discussão da sua qualificação à fase final do Campeonato do Mundo, ao bater a sua congénere da Irlanda do Norte, como aliás lhe competia para manter a ambição.

Como se previa o jogo não foi fácil e acabou por encerrar dificuldades acrescidas inesperadas. É que para além da tradicional capacidade física do adversário, o apoio caloroso, vibrante e provocatório dos seus apaniguados, o jogo de hoje teve também, na arbitragem, a versão holandesa de BRUNO PAIXÃO, um tal de Danny Makkelie, polícia de profissão, que se executar a sua profissão como apita, então coitados dos holandeses que com ele cruzar!

A equipa lusa entrou com os nervos à flor da pele, evidenciada primeiro no acelerado canto do hino nacional, que os atletas não conseguiram sincronizar, terminando antes do guia sonoro, arrastando-os posteriormente para o jogo, com intervenções algo precipitadas, agravadas por constantes discussões das decisões do árbitro. Os Irlandeses aperceberem-se desse estado de espírito bem como da colaboração do PAIXÃO holandês e  aproveitaram para fazer um jogo duro e algo provocatório. João Pereira, Pepe, Coentrão, Hélder Postiga e C. Ronaldo, foram os que mais barafustaram e se puseram a jeito, acabando alguns deles por sofrer as consequências. 

Em termos de futebol jogado, Portugal não foi capaz de impor o seu futebol mais técnico, apesar de ter chegado primeiro ao golo, por Bruno Alves, na sequência de um canto. No entanto a falta de discernimento, o nervosismo, as quezílias e as discussões com o árbitro iam-lhe retirando a concentração, disso se aproveitando os irlandeses, que bem apoiados pelo seu público, foram equilibrando a partida, chegando com alguma normalidade ao golo do empate. A equipa da casa cresceu a ameaçou com perigo a baliza portuguesa. Para ajudar à festa, Hélder Postiga protagonizou mais um momento de pura estupidez encostando a testa na cara de um adversário, que lhe valeu o cartão vermelho directo.

Depois do intervalo a equipa nacional surgiu mais calma, mais concentrada e consciente de que tinha de jogar o jogo pelo jogo e alhear-se o melhor possível das vicissitudes do apitador holandês. 

Aos 52 minutos, porém, aconteceria novo contra tempo. Ward, em posição ilegal, faria o segundo golo irlandês, que a equipa do PAIXÃO holandês validou.

A jogar com menos um e a perder, parecia estar sentenciado o infortúnio português.

Foi então que Cristiano Ronaldo virou salvador da Pátria. Sem fazer uma exibição de encher o olho, o avançado português, em três momentos de inspiração virou o resultado. Primeiro, cabeceando superiormente para o segundo golo português (68'), depois, também de cabeça, tirado a papel químico do anterior (77') e finalmente, na marcação de um livre directo (83').

Portugal, depois do segundo golo sofrido, procurou só jogar futebol e o rendimento da equipa subiu exponencialmente. Dominou até final do encontro, mesmo a jogar com menos uma unidade, até aos 80 minutos, altura em que Lafferty, que tinha entrado aos 67, viu o vermelho directo, por uma entrada violenta sobre João Pereira. Depois o resultado só não se avolumou porque a eficácia não foi a melhor.

Resultado justo, num jogo mais sofrido do que devia e com uma arbitragem para esquecer, ainda que concorde com a expulsão de Postiga.

Ainda não foi desta que Josué e Licá se estrearam com a camisola da equipa das quinas. Os dois jogadores portistas não saíram do banco. Curiosamente este foi o segundo encontro consecutivo em que a Selecção não teve o contributo de jogadores azuis e brancos, ao contrário dos 33 jogos anteriores.

O Próximo jogo é um particular frente ao Brasil, que vai ter lugar em Boston, Massachussets, nos E.U.A., na próxima Quarta-feira, dia 11 de Setembro.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

À PROCURA DA... TRANQUILIDADE!









A primeira paragem da época nas competições entre clubes vai dar lugar aos trabalhos das selecções nacionais, para os jogos de apuramento à fase final do Campeonato do Mundo, no Brasil e também para jogos de preparação.

Portugal conseguiu melhorar a sua classificação, mas continua a depender de terceiros para vencer o seu Grupo, para além de ainda não ter garantido a segunda posição, lugar que, como se sabe, permite ainda classificar-se para um play-off final.






















O próximo adversário é a Irlanda do Norte que vai receber Portugal depois de ter vencido a Rússia, fazendo adivinhar as dificuldades que a nossa selecção vai certamente encontrar. Só uma equipa ambiciosa e consciente das responsabilidades poderá sair de Belfast com um sorriso nos lábios.

Paulo Bento, seleccionador nacional, não dispõe de todos os seus habituais atletas, para esta difícil deslocação, já que perdeu, depois da convocatória, Beto, Rúben Micael, Danny e Hugo Almeida, por lesão, não tendo chamado Silvestre Varela, pelos mesmos motivos.  Em sentido inverso, encontram-se Nani e João Moutinho que recuperaram de lesões que os impediram de dar o seu contributo em anteriores compromissos.

O FC Porto, apesar de tudo (saída de Moutinho para o Mónaco e lesão de Varela), continua a fornecer dois jogadores à turma nacional. Surpreendentemente ou talvez não, as novas caras do Dragão Josué e Licá foram convocados e arriscam a sua primeira internacionalização.























LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS

FC PORTO (Portugal): 2 - Josué e Licá
SC Braga (Portugal): 2 - Eduardo e Rúben Micael
SC Portugal (Portugal): 3 - Rui Patrício, André Martins e Adrien
SL Benfica (Portugal): 1 - Rúben Amorim
Real Madrid (Espanha): 3 - Pepe, Fábio Coentrão e Cristiano Ronaldo
Valência (Espanha): 3 - João Pereira, Ricardo Costa e Hélder Postiga
Málaga (Espanha): 1 - Antunes
Manchester United (Inglaterra): 1 - Nani
Mónaco (França): 1 - João Moutinho
Rennes (França): 1 - Nélson Oliveira
Lyon (França): 1 - Anthony Lopes
Wolfsburgo (Alemanha): 1 - Vieirinha
Fenerbahçe (Turquia): 2 - Bruno Alves e Raúl Meireles
Zenit (Rússia): 1 - Luís Neto
Dínamo Kieve: 1 - Miguel Veloso

COMPETIÇÃO: Mundial/2014 - Fase de qualificação - 8ª Jornada
PALCO DO JOGO: Estádio Windsor Park - Belfast - Irlanda do Norte
DATA E HORA DO JOGO: Sexta-feira, 6 de Setembro de 2013, às 19:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Danny Makkelie - Holanda
TRANSMISSÃO: RTP 1

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















...a primeira claque portista organizada surgiu nos anos 30?


Chamava-se «Esquadrão Azul e Branco» e terá sido formada por volta de 1934. Com o decorrer dos anos foram surgindo outras claques, como por exemplo, a «Força Azul», a «Esquadra Azul» ou os «Dragões Azuis».

As actuais claques activas e organizadas do FC Porto, são como se sabe, os «Super Dragões», criada em 30 de Novembro de 1986























e o «Colectivo Ultras 95», criada em 6 de Julho de 1995, ambas destinadas a apoiar o clube, em todas as manifestações desportivas.

























Fontes: Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira; Super Dragões e Colectivo.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

EQUIPAS DO PASSADO - DÉCADA DE 80

ÉPOCA 1983/84

Com publicidade pela primeira vez nas camisolas, a troco de 10 mil contos por ano, patrocínio da Revigrés, o FC Porto treinado pelo «mestre» José Maria Pedroto, arrancou na nova época cada vez mais decidido a fazer regressar às Antas o título de campeão nacional.























Na foto, da esquerda para a direita, em cima: Eurico, Vermelhinho, Lima Pereira, Eduardo Luís, João Pinto e Zé Beto; em baixo: Frasco, Jaime Magalhães, Fernando Gomes, Jaime Pacheco e Sousa.




















Plantel 1983/84 - Da esquerda para a direita, em cima: Tozé, Espírito Santo, Penteado, Vermelhinho, Zé Beto, Rodolfo Coutinho, Quinito, Moreira e Amaral; ao meio: José Luís (massagista), Bradão (roupeiro), Eurico, Santos, Semedo, Sérgio, Varela, Fernando Gomes, Carlitos, Bobó, Walsh, Eduardo Luís, Prof. Neto (psicólogo), Dr. Domingos Gomes (médico) e Vítor Hugo (massagista); em baixo: Lima Pereira, Jacques, Teixeirinha, João Pinto, Jaime Pacheco, Jaime Magalhães, Rodolfo, António Morais (adjunto), Fernando Vasconcelos (director), Pedroto (treinador), João Mota (adjunto), Duarte (prep.físico), Sousa, Frasco, Inácio, Costa e Agostinho (roupeiro).

A equipa entrou a todo o gás vencendo as cinco primeiras jornadas do campeonato, mas na visita à Luz perdeu os primeiros dois pontos, com a derrota por 1-0. Na semana seguinte redimiu-se com a vitória sobre o Sporting, também por 1-0.

A 4 de Dezembro de 1983 o FC Porto foi vencer a Penafiel, por 1-0 e no final do desafio, Pedroto sentiu uma forte dor no estômago e teve de ficar hospitalizado, submetendo-se posteriormente a tratamentos específicos, em Londres. O mal diagnosticado anunciava o drama, um cancro com que teria de lutar.

Entretanto, a equipa agora entregue ao adjunto, António Morais, evoluía com alguma irregularidade, mas mantinha-se nos lugares cimeiros, na luta pelo título, a dada altura alicerçada  pelas vitórias frente ao Benfica, nas Antas, por 3-1 e na semana seguinte, em Alvalade, por 0-1. Porém, dois empates (Setúbal e Rio Ave), agravada com a derrota no Bessa, na penúltima jornada, deixaram-na definitivamente no 2º lugar. No total das 30 jornadas, a equipa portista registou 22 vitórias, 5 empates e 3 derrotas, marcou 65 golos e sofreu apenas 9 (melhor defesa do campeonato), acumulando 49 pontos, menos 3 que o Benfica.

Fernando Gomes ao apontar 21 golos, sagrou-se como melhor marcador do campeonato nacional, recebendo pela 5ª vez o troféu a «Bola de Prata».

Na Taça de Portugal, o FC Porto voltou ao Jamor, desta vez para erguer o troféu. Pelo caminho ficaram o Alcobaça,  o Mangualde e o Valonguense, todos da II Divisão; o Belenenses; o Torreense, da II Divisão e finalmente o Sporting, que nas meias-finais, jogadas em Alvalade, não conseguiu mais que um empate (1-1), após prolongamento. Em jogo de desempate, disputado nas Antas, o FC Porto venceu por 2-1, qualificando-se para a final.

Na final, jogada a 1 de Maio, a equipa azul e branca superiorizou-se ao Rio Ave, vencendo por esclarecedores 4-1, arrecadando o 2º troféu da temporada.
























O primeiro havia sido a Supertaça Cândido de Oliveira, jogada no mês de Dezembro de 1983, em duas mãos, frente ao Benfica. A primeira, nas Antas, com empate a zero e a segunda, na Luz, com vitória portista por 1-2.

Nas competições europeias o FC Porto fez história ao atingir, pela primeira vez uma final. Integrada na disputa da Taça dos vencedores de Taças, a equipa foi afastando sucessivamente o Dínamo de Zagreb, da Jugoslávia (derrota fora, por 2-1 e vitória em casa por 1-0); o Glasgow Rangers, da Escócia (com os mesmos resultados); o Shaktior Donetsk, da Rússia (vitória em casa por 3-2 e empate fora, 1-1); e o Aberdeen, da Escócia (duas vitórias por 1-0).

A final foi disputada em Basileia, na Suíça, frente à poderosa Juventus, de Itália. Jogo encarado com toda a responsabilidade e ambição. O FC Porto de António Morais, fez uma exibição de grande gabarito, algumas vezes empolgante, mas não teve a sorte do jogo. Essa foi direitinha para a equipa italiana, que com o cinismo futebolístico que as caracteriza, se limitou a explorar com eficácia os erros defensivos portistas e a aproveitar o menor acerto do árbitro da RDA, Adolf Prokop, para fazer a festa.

No ar pairou a injustiça do resultado, mas também a certeza de ter nascido, como prometera Pinto da Costa, enquanto candidato à presidência do Clube, o FC Porto europeu.

























A equipa titular em Basileia - Da esquerda para a direita, em cima: Eurico, Lima Pereira, Eduardo Luís, Jaime Magalhães, João Pinto e Zé Beto; Em baixo: Vermelhinho, Jaime Pacheco, Sousa, Fernando Gomes e Frasco.

FICHA DO JOGO


























MAPA DE JOGOS DE TODA A ÉPOCA


































(clicar no quadro para ampliar)


No conjunto das 4 provas em que o FC Porto esteve envolvido, num total de 49 jogos, foram utilizados 23 atletas, aqui referenciados por ordem decrescente da sua participação: Jaime Pacheco e Zé Beto (48 jogos), Lima Pereira e Sousa (46), Eurico e João Pinto (45), Jaime Magalhães (42), Frasco e Gomes (38), Eduardo Luís (35), Vermelhinho (33), Costa (28), Walsh (26), Inácio e Jacques (25), Rodolfo (23), Quinito (15), Bobó (8), Semedo (5), Teixeirinha (3), Barradas e Júlio Sérgio (2) e Mariano (1). 

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar; Fascículos do Jornal A Bola; Vídeo das Finais do FC Porto.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 19












RADAMEL FALCAO - Goleador Nº 19

Apontou 72 golos nos 87 jogos em provas oficiais, disputados durante as duas épocas ao serviço do FC Porto (2009/10 e 2010/11 mais o único jogo de 2011/12, que ainda disputou).

Radamel Falcao Garcia Zárate, nasceu em Santa Marta, na Colômbia a 10 de Fevereiro de 1986.

Como foi já objecto de análise, neste blogue, na rubrica INTERNACIONAIS PORTISTAS (ESTRANGEIROS), editada no dia 3 de Dezembro de 2012, remeto os leitores para uma consulta da sua biografia aqui.































Fonte: Base de dados actualizados, de Rui Anjos

domingo, 1 de setembro de 2013

VITÓRIA JUSTA MAS OFUSCADA PELO FUMO DOS INCÊNDIOS















FICHA DO JOGO





























Apresentando como titulares os onze jogadores que se previam, o FC Porto venceu, como era de sua obrigação, o Paços de Ferreira, desta vez em campo emprestado, enquanto o seu estádio sofre obras de melhoramentos, num jogo em que os azuis e brancos não disfarçaram as imensas dificuldades para chegar ao golo.

A equipa da capital do móvel, bem mais fraca que a da época passada, face à saída de alguns dos seus melhores jogadores, orientada esta temporada por um ex-atleta do FC Porto, conhecedor dos méritos portistas, Costinha, trazia a lição bem estudada. Bloco muito baixo, ocupação dos espaços e preocupação defensiva primordial.

A verdade é que os pacenses conseguiram quase sempre evitar o perigo perto da sua baliza, onde os seus defensores actuavam com determinação e acerto.

Os campeões nacionais, habituados a defrontar equipas a jogar desta forma, não encontraram engenho nem arte para contrariar uma defensiva bem porfiada, atenta e competente.  A falta de velocidade  e inspiração portista fez com que o resultado chegasse ao intervalo em branco, diga-se em abono da verdade, muito por mérito dos adversários, mas também pela ineficácia, para não lhe chamar azelhice,  especialmente de Jackson Martinez que não conseguiu dar o melhor seguimento, em duas oportunidades flagrantes, pelo menos, dos 4 remates que efectuou.

O Paços, no 1º tempo, apenas importunou Helton num lance em que Sérgio Oliveira atirou colocado, obrigando o guardião portista a aplicar-se e a ceder canto.

Na segunda parte os azuis e brancos apareceram mais soltos a pressionar forte e a criar novas oportunidades, mas a continua falta de eficácia foi adiando o golo. 

Já com Quintero em campo, o assédio foi ainda mais visível e aos 76', na sequência de um canto, cobrado precisamente pelo jovem colombiano, a bola foi direitinha à cabeça do seu compatriota, que mesmo sem saltar desviou a bola, na direcção exacta das redes.






















O FC Porto, apesar de de não ter conseguido rubricar uma exibição de bom nível, poderia ter construído um resultado mais volumoso. Jackson, mesmo depois do golo perdeu uma ocasião clamorosa, com o guarda-redes pela frente. Uma tarde de quase completa falta de inspiração.

A vitória é contudo justa, porque o FC Porto foi a única equipa que quis ganhar o jogo, mas nestas circunstâncias, nem consigo dizer quem foi o melhor, porque acho que ninguém esteve em plano de evidência, pelo menos pela positiva. Nem mesmo Jackson que ao marcar garantiu os três pontos, merece esse destaque face às oportunidades que falhou.

O primeiro lugar isolado é uma possibilidade, mas depende obviamente do que fizerem o Braga e o Estoril, nos seus jogos.