quarta-feira, 16 de setembro de 2020

RANKIN GOLEADORES PORTISTAS

 

ALAN - Goleador Nº 326

Apontou 2 golos em 43 participações oficiais, com a camisola do FC Porto, durante as duas temporadas ao seu serviço (2005/06 e 2006/07).

Alan Osório da Costa Silva, nasceu no dia 19 de Setembro de 1979, no Rio de Janeiro, Brasil. Fez a sua formação num modesto clube de Minas Gerais, o Ipatinga FC,  onde se estreou como sénior, com 20 anos de idade.

Chegou a Portugal no Verão de 2001 para representar o Marítimo, clube onde jogou 3 temporadas (2002/03 a 2004/05), antes de assinar contrato com o FC Porto.

























A sua estreia oficial, com a camisola portista, aconteceu no dia 21 de Agosto de 2005, no Estádio do Dragão, frente ao Estrela da Amadora, na vitória portista por 1-0, em jogo da 1ª jornada do Campeonato nacional (Liga Betandwin). Alan foi chamado ao jogo aos 75 minutos para substituir Hélder Postiga.

Sob a orientação técnica do holandês Co Adriaanse, Alan fez parte de 34 convocatórias, em 45 possíveis (14 como titular, das quais 7 a tempo inteiro e 7 substituído; saiu do banco em 17 ocasiões e foi suplente não utilizado em 3 jogos).

Estreou-se a marcar de Dragão ao peito, no dia 10 de Setembro de 2005, no Estádio do Dragão, frente ao Rio Ave, em jogo da 3ª jornada do Campeonato nacional, na vitória portista por 3-0. O avançado brasileiro começou no banco, foi chamado ao jogo a partir do minuto 56, a render Ibson. Não foi uma vitória fácil como o resultado pode fazer transparecer, já que o mesmo começou a ser ilustrado a partir do minuto 87. Alan foi o autor do 2º golo, aos 93 minutos.

A época seguinte (2006/07)  veio a mostrar-se bem diferente para o avançado brasileiro. Com a troca de treinador (Co Adriaanse renunciou, entrando Jesualdo Ferreira para o seu lugar), Alan foi perdendo espaço, não só no onze inicial como também nas convocatórias.

Ainda conseguiu ser titular no primeiro encontro da temporada, a final da Supertaça Cândido de Oliveira, disputada no dia 19 de Agosto de 2016 no Estádio Magalhães Pessoa, em Leiria, frente ao Vitória de Setúbal e sob a orientação técnica provisória de Rui Barros. O resultado foi a vitória portista por 3-0 e é desse jogo a imagem que se segue:
























Alan só conseguiu fazer parte de 31 das 40 convocatórias possíveis (apenas 2 como titular, mas 1 só a tempo inteiro; suplente em 29, das quais 19 como não utilizado).

Ainda foi capaz de marcar o seu último golo, de azul e branco vestido, no dia 24 de Fevereiro de 2007, no Estádio municipal de Aveiro, frente ao Beira-Mar, na goleada portista, por 5-0. Alan saiu do banco aos 73 minutos a render Lisandro López e 3 minutos depois apontaria o 4-0.










A permanência de Jesualdo Ferreira obrigou ao empréstimo ao Vitória de Guimarães na temporada seguinte (2007/08), onde foi titular indiscutível.

Terminado o empréstimo e simultaneamente a ligação ao FC Porto, o atleta ficou livre para decidir o seu futuro, optando pela sua mudança para a cidade dos arcebispos, para representar em grande estilo o Sp. de Braga, até ao fim da sua carreira (2008/09 a 2016/17).

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (4 TÍTULOS):

2 Campeonato Nacionais (2005/06 e 2006/07)
1 Taça de Portugal (2005/06)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (2205/06)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

PORTUGAL NA ROTA CERTA DA UEFA NATIONS LEAGUE

 

A selecção nacional das quinas entrou com o pé direito na defesa do título da UEFA Nations League, ao vencer os dois primeiros adversários do seu Grupo, na jornada dupla que teve os palcos do Dragão, no Porto (5/Setembro), frente à Croácia (4-1) e o Friends Arena, em Solna (8/Setembro), frente à Suécia (2-0).

O seleccionador nacional começou por convocar  25 elementos, mas no decorrer dos trabalhos teve de dispensar dois, Renato Sanches (Lille) e André Gomes (Everton), por problemas físicos.

Guarda-Redes: Anthony Lopes (Lyon), Rui Patrício (Wolverhampton) e Rui Silva (Granada);

Defesas: João Cancelo (Manchester City), Nélson Semedo (Barcelona), Domingos Duarte (Granada), José Fonte (Lille), Pepe (FC PORTO), Rúben Dias (Benfica), Mário Rui (Nápoles) e Raphael Guerreiro (Borussia Dortmund);

Médios: DANILO PEREIRA (FC PORTO), Rúben Neves (Wolverhamptom), Bruno Fernandes (Manchester United), Bernardo Silva (Manchester City), João Moutinho (Wolverhampton) e SÉRGIO OLIVEIRA (FC PORTO).

Avançados: Diogo Jota (Wolverhampton), André Silva (Eintracht Frankfurt), Cristiano Ronaldo (Juventus), Trincão (Barcelona), Gonçalo Guedes (Valência) e João Félix (Atlético de Madrid).

Boa prestação da equipa portuguesa nos dois jogos, com especial relevância para os portistas Pepe e Danilo Pereira, titulares a tempo inteiro, enquanto Sérgio Oliveira apenas foi utilizado frente à Croácia, a partir do minuto 82.

O Grupo 3 é comandado por Portugal que tem a companhia da França, ambos com 6 pontos. Croácia e Grécia ainda não pontuaram.

Entretanto Danilo Pereira soma agora 38 internacionalizações (36 enquanto atleta do FC Porto), Pepe 110 (7 pelo FC Porto) e Sérgio Oliveira 4 (todas ao serviço do FC Porto).














































quarta-feira, 2 de setembro de 2020

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

MAREK CECH - Goleador Nº325

Apontou 2 golos em 75 participações oficiais com a camisola da equipa principal do FC Porto, ao longo de 3 temporadas ao seu serviço (2005/06 a 2007/08).

Marek Cech nasceu no dia 26 de Janeiro de 1983, na cidade de Trebisov, na Eslováquia.

Tendo em conta tratar-se de um atleta internacional, enquanto jogador do FC Porto, teve já um post a si dedicado neste blogue, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 24 de Setembro de 2012, onde constam as principais incidências da sua carreira, até então, que poderão ser recordadas clicando aqui.

Vou pois, como em casos similares, singir-me aos aspectos relacionados com o tema de hoje, ou seja, os golos apontados de Dragão ao peito e já agora, completar as incidências da sua restante carreira.






















Chegado ao Dragão no Verão de 2005, o defesa esquerdo eslovaco não viu a sua tarefa facilitada, já que o técnico holandês Co Adriaanse, começou por apostar em César Peixoto.

A sua estreia oficial com a camisola portista só viria a acontecer no dia 19 de Outubro de 2005, no Estádio do Dragão, frente aos italianos do Inter de Milão, em jogo da Fase de Grupos da Champions League, com vitória portista por 2-0. Cech teve um bom desempenho e voltou a ser chamado para os 4 confrontos seguintes.

Esteve em 37 convocatórias, das 45 possíveis, mas em 16 delas nem sequer saiu do banco. Foi titular por 18 vezes, das quais 16 a tempo inteiro e 2 substituído. Saiu do banco por 3 vezes.

A sua relação com o golo foi residual. Na sua primeira época, estreou-se a marcar pelo FC Porto, no dia 2 de Abril de 2006, no Estádio do Dragão, frente ao Gil Vicente, em jogo da 29ª jornada do Campeonato nacional (Liga Betandwin), com vitória portista por 3-0. Foi ele, que em cima do intervalo (45') abriu o activo.

A foto que se segue foi captada no dia 26 de Outubro de 2005, no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a 4ª eliminatória da Taça de Portugal, em que Marek Cech alinhou a titular durante toda a partida, na magra vitória portista, por 1-0, frente ao modesto FC Marco, da II Divisão:




















A segunda temporada, com Jesualdo Ferreira no comando técnico, foi um pouco mais produtiva em termos de presenças na equipa. O defesa esquerdo esteve em 32 convocatórias, das 40 possíveis (20 como titular a tempo inteiro e mais 3 substituído; 6 como suplente utilizado e 3 não utilizado). 

Conseguiu chegar ao golo na jornada 3 do Campeonato nacional (Bwin Liga), disputada no dia 17 de Setembro de 2006, no estádio municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz, frente ao Naval, na vitória portista por 2-0. Cech voltou a ser o autor do golo inaugural aos 10 minutos.

Depois de um início de temporada muito regular, passou a dividir o lugar com o uruguaio Fucile.

Na sua terceira temporada no Dragão, somou 25 participações em 37 convocatórias, das 46 possíveis (17 a titular, das quais 13 a tempo inteiro e 4 substituído e 20 como suplente das quais 8 utilizado e 12 não utilizado).









Completando as incidências principais da sua carreira, cumpre-me referir que a sua estadia na Turquia durou 2 temporadas (2011/12 e seguinte), prosseguindo em representação do Bolonha (Itália) na época de 2013/14, no Boavista (2014/15) e finalmente no Como (Itália) em 2015/16, altura em que encerrou a carreira.

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (5 TÍTULOS):

3 Campeonatos nacionais (2005/06, 2006/07 e 2007/08)
1 Taça de Portugal (2005/06)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (2006/07)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt

terça-feira, 25 de agosto de 2020

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

IBSON - Goleador Nº 324

Concretizou 2 golos em 57 participações oficiais, com a camisola principal do FC Porto, durante as 3 temporadas incompletas ao seu serviço (2004/05, 2005/06 e 2006/07).


Ibson Barreto da Silva, nasceu no dia 7 de Novembro de 1983, em Niterói, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Brasil.


Fez a sua formação no Clube de Regatas do Flamengo, onde se tornou profissional no ano de 2003, mas foi no ano seguinte que despertou o interesse do FC Porto, ao realizar 60 jogos e 9 golos.





Só chegou em Janeiro de 2005, numa altura algo conturbada, devido aos maus resultados que acabariam com o despedimento do treinador espanhol Victor Fernandez.

O médio brasileiro teve de esperar pela licença internacional e só foi utilizado no mês seguinte, mais precisamente no dia 5 de Fevereiro, no estádio António Coimbra da Mota, no Estoril, frente ao Estoril Praia, em jogo da 20ª jornada do Campeonato nacional (Super Liga), com vitória portista por 2-1. Foi uma estreia simbólica já que o então treinador José Couceiro, o fez entrar aos 92 minutos, talvez para queimar tempo.

Mas a sua utilização passou a ser regular pois o médio brasileiro manifestou lucidez e boa presença, numa equipa de bons jogadores mas sem grande colectivo. Esteve em 15 convocatórias, numa altura em que a equipa estava só a disputar o Campeonato nacional, participando em todas as jornadas até ao fim (12 vezes como titular a tempo inteiro e 2 substituído. A restante foi o tal da estreia, como suplente utilizado).

A sua estreia a marcar, de Dragão ao peito, aconteceu curiosamente no último jogo do Campeonato (34ª jornada), disputado no dia 22 de Maio de 2005, no Estádio do Dragão, frente à Académica, com empate a 1 golo. Ibson abriu o marcador aos 60 minutos e foi substituído aos 69, dando o seu lugar a Raúl Meireles.

Na temporada seguinte (2005/06), sob a orientação técnica do treinador holandês Co Adriaanse, Ibson continuou a jogar com alguma regularidade, embora sem conseguir o estatuto de titular indiscutível.

Esteve presente em 43 convocatórias, das 45 possíveis (10 como titular a tempo inteiro e 7 substituído; 9 como suplente utilizado e 17 não utilizado).

Fez o seu segundo e último golo, de azul e branco vestido, no dia 2 de Abril de 2006, no Estádio do Dragão, frente ao Gil Vicente, em jogo da jornada 29 do Campeonato nacional, com vitória por 3-0. Ibson saiu do banco aos 70 minutos e apontou o último golo do jogo aos 86 minutos.

A sua derradeira época no Dragão (2006/07), começou bem com Ibson como titular a tempo inteiro, no jogo de abertura da época, disputado no dia 19 de Agosto de 2006, no estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, frente ao Vitória de Setúbal, em jogo da final da Supertaça Cândido de Oliveira, com vitória portista por 3-0, jogo orientado por Rui Barros, depois da fuga do treinador holandês.

Jesualdo Ferreira foi o técnico eleito por Pinto da Costa, para orientar a equipa, mantendo a aposta no médio portista, mas cada vez mais como suplente. Esteve presente em 23 das 40 convocatórias possíveis (2 como titular a tempo inteiro mais 3 substituído; 12 como suplente utilizado e 6 não utilizado).

A imagem que se segue, não deixa grandes recordações. Trata-se do jogo realizado no Estádio do Dragão, no dia 7 de Janeiro de 2007, frente ao Atlético, em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal, em que o FC Porto saiu derrotado por 1-0 e consequentemente eliminado prematuramente de forma escandalosa. Ibson foi titular mas saiu aos 67 minutos dando o seu lugar ao avançado Adriano:













Terminada a época, O FC Porto optou por emprestá-lo ao Flamengo, clube onde foi terminar o ano de 2007 e continuar em 2008.

No Verão de 2009 acabou vendido ao Spartak de Moscovo, clube que representou durante 2 temporadas (2009/10 e 2010/11). Seguiu-se o regresso ao Brasil, para representar o Santos (Julho de 2011 a Maio de 2012), o Flamengo (Junho de 2012 a Maio de 2013), o Corinthians (Junho a Dezembro de 2013), o Bolonha de Itália (Janeiro a Agosto de 2014), o Sport, do Brasil (Agosto a Dezembro de 2014), o Minnesota United, dos Estados Unidos (Janeiro de 2015 a Dezembro de 2018) e o Tombense, de Minas Gerais (Maio a Dezembro de 2019). Este ano já soma 13 jogos/2 golos, nesta mesma equipa.

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (4 TÍTULOS):

2 Campeonatos nacionais (2005/06 e 2006/07)

1 Taça de Portugal (2005/06)

1 Supertaça Cândido de Oliveira (2005/06)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero. pt


quarta-feira, 19 de agosto de 2020

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

TIAGO - Goleador Nº 323


Apontou 2 golos em 39 participações oficiais com a camisola da equipa principal do FC Porto, ao longo de duas temporadas ao seu serviço (2002/03 e 2003/04).


Tiago César Moreira Pereira, nasceu no dia 4 de Julho de 1975, na Trofa. Os seus primeiros passos do seu percurso no futebol aconteceram no clube da sua terra natal, o Clube Desportivo Trofense, com duas temporadas nos Sub-17 e Sub-19 (1991/92 e 1992/93), mas já com incursões na equipa principal, onde começou a sobressair.

Essas boas prestações na equipa principal, abriram-lhe caminho para outros voos. As duas temporadas seguintes foram passados ao serviço do FC Famalicão, permitindo-lhe assim estrear-se no escalão principal do futebol nacional.

A ilha da Madeira foi o passo seguinte na sua carreira, para defender o emblema do Marítimo (1995/96 e 1996/97), clube onde assumiu o estatuto de titular indiscutível. A sua ligação ao clube insular acabou por ter um fim inesperado. Com salários em atraso, Tiago rescindiu o contrato com justa causa e foi terminar a temporada de 1996/97 no Benfica, então treinado por Manuel José. Em Lisboa cumpriu também a época de 1997/98, no fim da qual foi emprestado aos espanhóis do Rayo Vallecano (1998/99) e depois ao Tenerife (1999/00).

Terminado o vinculo com o Benfica, Tiago optou por assinar pelo U. Leiria, onde foi reencontrar o treinador Manuel José, passando duas temporadas magníficas, a segunda das quais já sob a orientação técnica de José Mourinho, que no ano seguinte o trouxe para o FC Porto.

A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no dia 2 de Setembro de 2002, no Estádio do Bessa, frente ao Boavista, em jogo da 2ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista, por 1-0. O médio portista começou no banco e foi chamado ao jogo a partir do minuto 86 a render Maniche.

Pode considerar-se a sua utilização de muito razoável, uma vez que esteve em 38 convocatórias das 53 possíveis (8 como titular a tempo inteiro e mais 5 substituído; 22 como suplente utilizado e 3 sem sair do banco).

A sua relação com o golo foi residual, estreando-se a marcar, de azul e branco vestido, no dia 23 de Setembro de 2002, no estádio Dr. Machado de Matos, em Felgueiras, casa emprestada do Vitória de Guimarães, em jogo a contar para a 4ª jornada do Campeonato nacional, com triunfo portista por 2-0. Tiago encerrou a contagem aos 75 minutos, ele que tinha entrado a substituir Capucho aos 61 minutos.

Só voltaria a fazer mais um golo, enquanto atleta do FC Porto, no dia 24 de Novembro de 2002, no Estádio das Antas, frente ao Trofense, em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal, com vitória por 2-0. Tiago abriu o activo aos 5 minutos. 

A temporada de 2003/04 foi completamente diferente. O FC Porto interessou-se por Maciel, avançado que militava no U. de Leiria e o médio acabou por servir de moeda de troca.

Teve ainda tempo para fazer parte de 7 convocatórias (1 como titular a tempo inteiro e outra substituído; 2 como suplente utilizado e 3 não utilizado).






Concluído o empréstimo ao Leiria (2003/04) e simultaneamente o vinculo com o FC Porto, Tiago representou o Boavista (2004/05 a 2006/07), regressou ao U. Leiria (2007/08 e 2008/09), para fechar no Trofense, jogando as 7 temporadas seguintes (2009/10 a 2015/16).

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (4 TÍTULOS):

2 Campeonatos Nacionais (2002/03 e 2003/04)

1 Taça de Portugal (2002/03)

1 Taça UEFA (2002/03)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 


FREDRIK SODERSTROM - Goleador Nº 322

Apontou 2 golos em 40 participações oficias com a camisola do FC Porto, durante a época de 2001/02, única ao seu serviço.

Sven Fredrik Olof Soderstrom, nasceu no dia 30 de Janeiro de 1973, em Ludvica, na Suécia.

Trata-se de mais um internacional, enquanto atleta do FC Porto, com tratamento individual neste blogue na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado no dia 13 de Agosto de 2012, onde constam as incidências mais importantes da sua carreira, que podem ser recordadas clicando aqui.

Vou então cingir-me aos dados mais relevantes relativos a este ranking.



Recordar que a sua estreia de azul e branco vestido aconteceu no dia 25 de Julho de 2001, no Estádio das Antas, frente ao Barry Town, do País de Gales, em jogo da 2ª Pré-eliminatória de apuramento para a fase de grupos da Champion League, com goleada portista por 8-0.

Estreia auspiciosa com direito a um golo da sua autoria, o 4º dos 8 golos do FC Porto nesse encontro, aos 41 minutos.

Já o seu 2º e último golo de dragão ao peito foi conseguido no dia 17 de Novembro de 2001, no Estádio das Antas, frente ao Estrela da Amadora, em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal, com vitória portista por 3-0. Fredrik foi o autor do golo inaugural, aos 13 minutos.

O médio sueco esteve em 47 convocatórias das 55 possíveis, 29 como titular a tempo inteiro e mais 2 em que foi substituído; 9 como suplente utilizado e 7 sem sair do banco.


A imagem acima é referente ao jogo efectuado contra o Real Madrid, no estádio Santiago Barnabéu, em jogo da 3ª jornada da 2ª fase de grupos, com derrota por 1-0.

Apesar de ter assinado por 3 temporadas Fredrik sentiu perder espaço e optou por pedir a sua saída, que se realizou por empréstimo até quebrar o vinculo.


PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (1 TÍTULO):

1 Supertaça Cândido de Oliveira (2000/01)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt



quarta-feira, 5 de agosto de 2020

RANKING GOLEADORES PORTISTAS














MIKLÓS FEHÉR - Goleador Nº 321

Apontou 2 golos em 18 presenças oficiais com a camisola da equipa principal do FC Porto, ao longo de cerca de duas temporadas ao seu serviço (1998/99 e 1999/00).

Trata-se de mais um internacional portista que foi já alvo de apreciação individual neste blogue, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado no dia 9 de Julho de 2012, cujas principais incidências da sua carreira poderá recordar clicando aqui.

Limitar-me-ei, por conseguinte, a adicionar alguns pequenos detalhes relacionados com este ranking.

Fehér nasceu no dia 20 de Julho de 1979. em Tatabánya, na Hungria. Chegou ao FC Porto ainda muito jovem, como uma promessa, um diamante ainda por lapidar, por assim dizer.

























Não teve por isso vida fácil, apesar de se achar já capaz de ser um dos titulares. A sua estreia oficial com a camisola principal do FC Porto aconteceu no dia 8 de Agosto de 1998, no Estádio das Antas, em jogo da 1ª mão da final da Supertaça Cândido de Oliveira, quando a partir do minuto 73 saltou do banco para substituir Capucho, já o FC Porto vencia por 1-0  o SC Braga, resultado com que terminaria esse encontro.

Sob o comando técnico de Fernando Santos, o «engenheiro do Penta», o avançado húngaro foi apenas utilizado episodicamente, tendo sido convocado por 12 vezes em 44 possíveis (9 como suplente utilizado e as 3 restantes não utilizado).

A sua estreia a marcar de Dragão ao peito aconteceu no dia 10 de Janeiro de 1999, no Estádio das Antas, frente ao Famalicão, em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal, com vitória portista por 4-2, após prolongamento. Fehér foi o autor do 3º golo portista, aos 91 minutos, depois de ter entrado a substituir Mielcarski, aos 73 minutos.

A segunda temporada foi bastante diferente uma vez que foi convocado apenas por 9 vezes, todas como suplente utilizado, acabando por ser emprestado ao Salgueiros, clube onde terminou a época.

Ainda assim teve tempo de voltar a festejar mais um golo seu, de azul e branco vestido. Foi no dia 24 de Setembro de 1999, no Estádio das Antas, frente ao Campomaiorense, em jogo da 5ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista por 2-0. Miklós Fehér entrou aos 78 minutos a render Chainho, selando o resultado final no minuto 80.










Na temporada seguinte (2000/01) não fez parte do plantel, tendo sido emprestado ao SC Braga, onde foi bastante mais feliz, com 26 presenças e 14 golos.

Pertencendo ainda aos quadros do Clube, regressou às Antas no seu último ano de contrato, recusando-se a renovar, criando uma situação de ruptura. Como consequência foi despromovido para a equipa B, realizando 7 jogos com 2 golos. 

Em fim de contrato assinou livremente pelo Benfica para a temporada de 2002/03.

O final trágico já é do conhecimento geral.

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (4 TÍTULOS):

1 Campeonato nacional (1998/99)
1 Taça de Portugal (1999/00)
2 Supertaças Cândido de Oliveira (1997/98 e 1998/99)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt

domingo, 2 de agosto de 2020

MBEMBA, O CAÇA TOUPEIRAS E CAÇA PADRECOS
















FICHA DO JOGO































SISTEMA DE JOGO


























Depois de garantido o 27º título de Campeão nacional, ficou na calha o objectivo de vencer a Taça de Portugal, tarefa para a qual o FC Porto teve de se preparar com os maiores cuidados, já que iria defrontar a equipa de todos os regimes, bem escudada por uma comunicação social propagandista e alienada bem como por todos os organismos que superintendem o futebol nacional, onde têm estrategicamente assento os figurantes da confiança do ayatolá, que consegue dominar quase tudo e todos, com a excepção de um povo e um clube que, qual gauleses da banda desenhada, lhes «acerta o passo» e os reduz à vulgaridade que a trapaça vai de quando em vez disfarçando.

Desta feita, jogado excepcionalmente em território efectivamente neutro (Coimbra em vez de Oeiras), ainda que sem público, à conta da pandemia mundial do Covid-19, Sérgio Conceição conseguiu recuperar durante a semana os lesionados Uribe e Luis Díaz, bem como Mbemba e Marega, antes afastados por acumulação de cartões amarelos, remetendo assim para o banco, Diogo Leite e Soares, as duas únicas alterações no onze inicial.

























A «sinfonia» durante a semana foi como habitualmente toda elaborada no sentido de insuflar confiança aos vermelhos de Lisboa, com alguns «tenores» a destacarem-se  pela estupidez que lhes é intrínseca, recorrendo até à tentativa de insulto, que só o é, quando aceites por alguém muito distraído, ignorando a máxima de que vozes de burro não chegam ao Céu.

A trama estava a ser convenientemente preparada e para a perpetrar, os eleitos foram, esses projectos de juízes, um deles tido como o supra sumo da arbitragem portuguesa acolitado pelo insuspeito benfiquista, como 4º árbitro.

A verdade é que a superioridade portista, enquanto 11 contra 11, foi insofismável, só faltando o golo para a ilustrar. Foram 38 minutos de futebol de bom nível, a deixar atarantados todos os adversários, mesmo todos. Tanto que aos 9 minutos o apitador de serviço resolveu mostrar o primeiro cartão amarelo a Luis Díaz, apenas e só por disputar um lance com toda a lisura, deixando outras faltas bem nítidas por assinalar, para não ferir os meninos queridos. Ficava de resto bem clara a inclinação do campo bem como a doutrina para este jogo.

Mais uma vez, pela enésima digo eu, cabia ao FC Porto lutar contra tudo e contra todos. A maior confirmação surgiu ao minuto 38, com a expulsão de Luís Díaz e mais tarde com a expulsão do treinador Sérgio Conceição.

A toupeirada  ficou em êxtase, iludida com os acontecimentos, esfregando as mãos de contentes. Dez contra quinze, passava a ser triunfo garantido e mais um caneco ganho como muitos que eles guardam lá no museu, a tresandar a trafulhice.

O tiro saiu-lhes pela culatra. Mesmo em inferioridade os portistas, encheram-se de brio, uniram-se ainda mais e Mbemba, com dois tiros de cabeça (47' e 57'), condenou-os ao fracasso, obrigando-os a cair na real.

Depois do segundo golo, os Campeões nacionais recuaram para defender a vantagem, permitiram algum assédio à  sua área, mas tirando o lance da grande penalidade e de um remate ao poste, esse maior volume atacante acabou dizimado por uma defesa de betão perante remates de autênticos matrecos.

No final ficou a festa de mais um título mais que justo, completando a saborosa dobradinha.

O adversário saiu triste, quiçá ainda à espera de ver quem ganha, no Portugal dos pequenitos.























quarta-feira, 29 de julho de 2020

RANKING GOLEADORES PORTISTAS













YOUSSEF CHIPPO - Goleador portista Nº 320

Apontou 2 golos em 40 participações oficiais com a camisola do FC Porto, ao longo de 2 temporadas ao seu serviço (1997/98 e 1998/99).

Youssef Mustapha Chippo, nasceu no dia 10 de Maio de 1973, em Boujaâd, Marrocos.

Trata-se de mais um atleta internacional que representou a sua selecção, enquanto jogador do FC Porto, pelo que foi já objecto de apreciação individual, neste blogue, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 11 de Junho de 2012, onde constam as incidências principais da sua carreira, que poderá recordar clicando aqui.

Vou pois, como em casos similares, acrescentar apenas os dados mais relevantes para este ranking.

























Apesar de internacional, Chippo não conseguiu impor-se como atleta influente na manobra da equipa portista.

Esteve duas temporadas no Clube com 20 participações por época. Na primeira (1997/98), fez parte de 22 convocatórias, das 49 possíveis (12 como titular, das quais 5 a tempo inteiro e 7 substituído; 10 como suplente das quais 8 utilizado e 2 não utilizado).

Em baixo, a foto da equipa que se apresentou na Luz, já com o título garantido, na 32ª jornada do campeonato nacional, com derrota por 3-0:
























A sua relação com o golo também não foi muito produtiva. Como vimos apontou 2 golos e ambos na época de estreia e para o campeonato nacional. O primeiro aconteceu no dia 25 de Janeiro de 1998, no Estádio das Antas, frente ao Varzim, em jogo da jornada 18, com vitória portista por 4-3. Chippo foi o autor do 2º golo da equipa, em cima do intervalo (45'). Acabaria substituído aos 73' pelo defesa João Manuel Pinto.

O seu segundo e último golo de Dragão ao peito foi conseguido no dia 11 de Abril de 1998, novamente no Estádio das Antas, agora frente ao Chaves, em jogo da jornada 29, com vitória por 3-1. Chippo abriu o activo aos 41 minutos.

A segunda temporada (1998/99) não foi muito diferente. O médio marroquino esteve em 25 das 48 convocatórias possíveis (2 como titular a tempo inteiro e 2 como titular substituído. Saiu do banco por 16 vezes e não foi utilizado por 5 vezes). Não voltou a acertar com as redes.










No final da temporada sairia para Inglaterra.

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (3 TÍTULOS):

2 Campeonatos nacionais (1997/98 e 1998/99)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (1997/98)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt

domingo, 26 de julho de 2020

TERMINAR A PROVA TAL COMO A COMEÇOU

















FICHA DO JOGO































SISTEMA TÁCTICO



























O FC Porto encerrou o Campeonato tal como o tinha iniciado, no Minho e com derrota, desta vez frente ao Braga, a besta negra desta temporada, já que perdeu todos os jogos que com ele disputou (os dois do Campeonato e o da Taça da Liga).

Com apenas dois impedimentos, Marega a cumprir castigo e Marcano há muito lesionado, Sérgio Conceição apresentou 3 alterações no onze inicial. Pepe regressou para ocupar o lugar de Mbemba que não foi convocado, Uribe em vez de Fábio Vieira e Soares no lugar de Marega.
























Os actuais campeões nacionais entraram fortes, dispostos a somar mais uma vitória para acabar em beleza. Uribe estreou-se a marcar de Dragão ao peito, ao concluir uma boa jogada de ataque, logo aos 6 minutos, mas nem foi capaz de festejar já que saiu lesionado do lance, tendo de ser substituído um pouco depois.

O FC Porto foi superior ao adversário em toda a primeira parte, criando mais alguns lances perigosos mas sem alteração no resultado.

Depois do intervalo, a equipa portista baixou o ritmo do jogo, perdeu Luiz Díaz por lesão aos 53 minutos e, por defesa instintiva para a final da Taça ou incapacidade, permitiu que o adversário tomasse a iniciativa do jogo, sofrendo um golo algo infeliz (ressalto em Danilo a trair Diogo Leite) e pior que isso o golo da reviravolta, resultado que mais convinha ao Braga para selar o terceiro lugar com entrada directa para a Taça UEFA.

Foi uma segunda parte demasiado incaracterística, com muitos erros e muita desconcentração que resultou na derrota merecida.

Os novos campeões nacionais terminaram a prova com 82 pontos em 34 jornadas, 26 vitórias, 4 empates e 4 derrotas, 74 golos marcados (melhor ataque), 22 golos sofridos (melhor defesa), deixando o seu perseguidor a 5 pontos de distância.