quarta-feira, 16 de setembro de 2020
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quinta-feira, 10 de setembro de 2020
PORTUGAL NA ROTA CERTA DA UEFA NATIONS LEAGUE
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
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terça-feira, 25 de agosto de 2020
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IBSON - Goleador Nº 324
Concretizou 2 golos em 57 participações oficiais, com a camisola principal do FC Porto, durante as 3 temporadas incompletas ao seu serviço (2004/05, 2005/06 e 2006/07).
Ibson Barreto da Silva, nasceu no dia 7 de Novembro de 1983, em Niterói, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Brasil.
Fez a sua formação no Clube de Regatas do Flamengo, onde se tornou profissional no ano de 2003, mas foi no ano seguinte que despertou o interesse do FC Porto, ao realizar 60 jogos e 9 golos.
Terminada a época, O FC Porto optou por emprestá-lo ao Flamengo, clube onde foi terminar o ano de 2007 e continuar em 2008.
No Verão de 2009 acabou vendido ao Spartak de Moscovo, clube que representou durante 2 temporadas (2009/10 e 2010/11). Seguiu-se o regresso ao Brasil, para representar o Santos (Julho de 2011 a Maio de 2012), o Flamengo (Junho de 2012 a Maio de 2013), o Corinthians (Junho a Dezembro de 2013), o Bolonha de Itália (Janeiro a Agosto de 2014), o Sport, do Brasil (Agosto a Dezembro de 2014), o Minnesota United, dos Estados Unidos (Janeiro de 2015 a Dezembro de 2018) e o Tombense, de Minas Gerais (Maio a Dezembro de 2019). Este ano já soma 13 jogos/2 golos, nesta mesma equipa.
PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (4 TÍTULOS):
2 Campeonatos nacionais (2005/06 e 2006/07)
1 Taça de Portugal (2005/06)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (2005/06)
Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero. pt
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
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TIAGO - Goleador Nº 323
Apontou 2 golos em 39 participações oficiais com a camisola da equipa principal do FC Porto, ao longo de duas temporadas ao seu serviço (2002/03 e 2003/04).
Tiago César Moreira Pereira, nasceu no dia 4 de Julho de 1975, na Trofa. Os seus primeiros passos do seu percurso no futebol aconteceram no clube da sua terra natal, o Clube Desportivo Trofense, com duas temporadas nos Sub-17 e Sub-19 (1991/92 e 1992/93), mas já com incursões na equipa principal, onde começou a sobressair.
Essas boas prestações na equipa principal, abriram-lhe caminho para outros voos. As duas temporadas seguintes foram passados ao serviço do FC Famalicão, permitindo-lhe assim estrear-se no escalão principal do futebol nacional.
A ilha da Madeira foi o passo seguinte na sua carreira, para defender o emblema do Marítimo (1995/96 e 1996/97), clube onde assumiu o estatuto de titular indiscutível. A sua ligação ao clube insular acabou por ter um fim inesperado. Com salários em atraso, Tiago rescindiu o contrato com justa causa e foi terminar a temporada de 1996/97 no Benfica, então treinado por Manuel José. Em Lisboa cumpriu também a época de 1997/98, no fim da qual foi emprestado aos espanhóis do Rayo Vallecano (1998/99) e depois ao Tenerife (1999/00).
Terminado o vinculo com o Benfica, Tiago optou por assinar pelo U. Leiria, onde foi reencontrar o treinador Manuel José, passando duas temporadas magníficas, a segunda das quais já sob a orientação técnica de José Mourinho, que no ano seguinte o trouxe para o FC Porto.
A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no dia 2 de Setembro de 2002, no Estádio do Bessa, frente ao Boavista, em jogo da 2ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista, por 1-0. O médio portista começou no banco e foi chamado ao jogo a partir do minuto 86 a render Maniche.
Pode considerar-se a sua utilização de muito razoável, uma vez que esteve em 38 convocatórias das 53 possíveis (8 como titular a tempo inteiro e mais 5 substituído; 22 como suplente utilizado e 3 sem sair do banco).
A sua relação com o golo foi residual, estreando-se a marcar, de azul e branco vestido, no dia 23 de Setembro de 2002, no estádio Dr. Machado de Matos, em Felgueiras, casa emprestada do Vitória de Guimarães, em jogo a contar para a 4ª jornada do Campeonato nacional, com triunfo portista por 2-0. Tiago encerrou a contagem aos 75 minutos, ele que tinha entrado a substituir Capucho aos 61 minutos.
Só voltaria a fazer mais um golo, enquanto atleta do FC Porto, no dia 24 de Novembro de 2002, no Estádio das Antas, frente ao Trofense, em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal, com vitória por 2-0. Tiago abriu o activo aos 5 minutos.
A temporada de 2003/04 foi completamente diferente. O FC Porto interessou-se por Maciel, avançado que militava no U. de Leiria e o médio acabou por servir de moeda de troca.
Teve ainda tempo para fazer parte de 7 convocatórias (1 como titular a tempo inteiro e outra substituído; 2 como suplente utilizado e 3 não utilizado).
Concluído o empréstimo ao Leiria (2003/04) e simultaneamente o vinculo com o FC Porto, Tiago representou o Boavista (2004/05 a 2006/07), regressou ao U. Leiria (2007/08 e 2008/09), para fechar no Trofense, jogando as 7 temporadas seguintes (2009/10 a 2015/16).
PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (4 TÍTULOS):
2 Campeonatos Nacionais (2002/03 e 2003/04)
1 Taça de Portugal (2002/03)
1 Taça UEFA (2002/03)
Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
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quarta-feira, 5 de agosto de 2020
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domingo, 2 de agosto de 2020
MBEMBA, O CAÇA TOUPEIRAS E CAÇA PADRECOS
SISTEMA DE JOGO
A «sinfonia» durante a semana foi como habitualmente toda elaborada no sentido de insuflar confiança aos vermelhos de Lisboa, com alguns «tenores» a destacarem-se pela estupidez que lhes é intrínseca, recorrendo até à tentativa de insulto, que só o é, quando aceites por alguém muito distraído, ignorando a máxima de que vozes de burro não chegam ao Céu.
A trama estava a ser convenientemente preparada e para a perpetrar, os eleitos foram, esses projectos de juízes, um deles tido como o supra sumo da arbitragem portuguesa acolitado pelo insuspeito benfiquista, como 4º árbitro.
A verdade é que a superioridade portista, enquanto 11 contra 11, foi insofismável, só faltando o golo para a ilustrar. Foram 38 minutos de futebol de bom nível, a deixar atarantados todos os adversários, mesmo todos. Tanto que aos 9 minutos o apitador de serviço resolveu mostrar o primeiro cartão amarelo a Luis Díaz, apenas e só por disputar um lance com toda a lisura, deixando outras faltas bem nítidas por assinalar, para não ferir os meninos queridos. Ficava de resto bem clara a inclinação do campo bem como a doutrina para este jogo.
Mais uma vez, pela enésima digo eu, cabia ao FC Porto lutar contra tudo e contra todos. A maior confirmação surgiu ao minuto 38, com a expulsão de Luís Díaz e mais tarde com a expulsão do treinador Sérgio Conceição.
A toupeirada ficou em êxtase, iludida com os acontecimentos, esfregando as mãos de contentes. Dez contra quinze, passava a ser triunfo garantido e mais um caneco ganho como muitos que eles guardam lá no museu, a tresandar a trafulhice.
O tiro saiu-lhes pela culatra. Mesmo em inferioridade os portistas, encheram-se de brio, uniram-se ainda mais e Mbemba, com dois tiros de cabeça (47' e 57'), condenou-os ao fracasso, obrigando-os a cair na real.
Depois do segundo golo, os Campeões nacionais recuaram para defender a vantagem, permitiram algum assédio à sua área, mas tirando o lance da grande penalidade e de um remate ao poste, esse maior volume atacante acabou dizimado por uma defesa de betão perante remates de autênticos matrecos.
No final ficou a festa de mais um título mais que justo, completando a saborosa dobradinha.
O adversário saiu triste, quiçá ainda à espera de ver quem ganha, no Portugal dos pequenitos.
quarta-feira, 29 de julho de 2020
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No final da temporada sairia para Inglaterra.
PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (3 TÍTULOS):
2 Campeonatos nacionais (1997/98 e 1998/99)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (1997/98)
Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt
domingo, 26 de julho de 2020
TERMINAR A PROVA TAL COMO A COMEÇOU
SISTEMA TÁCTICO
Os actuais campeões nacionais entraram fortes, dispostos a somar mais uma vitória para acabar em beleza. Uribe estreou-se a marcar de Dragão ao peito, ao concluir uma boa jogada de ataque, logo aos 6 minutos, mas nem foi capaz de festejar já que saiu lesionado do lance, tendo de ser substituído um pouco depois.
O FC Porto foi superior ao adversário em toda a primeira parte, criando mais alguns lances perigosos mas sem alteração no resultado.
Depois do intervalo, a equipa portista baixou o ritmo do jogo, perdeu Luiz Díaz por lesão aos 53 minutos e, por defesa instintiva para a final da Taça ou incapacidade, permitiu que o adversário tomasse a iniciativa do jogo, sofrendo um golo algo infeliz (ressalto em Danilo a trair Diogo Leite) e pior que isso o golo da reviravolta, resultado que mais convinha ao Braga para selar o terceiro lugar com entrada directa para a Taça UEFA.
Foi uma segunda parte demasiado incaracterística, com muitos erros e muita desconcentração que resultou na derrota merecida.
Os novos campeões nacionais terminaram a prova com 82 pontos em 34 jornadas, 26 vitórias, 4 empates e 4 derrotas, 74 golos marcados (melhor ataque), 22 golos sofridos (melhor defesa), deixando o seu perseguidor a 5 pontos de distância.






































